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rss  Vol. XX - Nº 353         Montreal, QC, Canadá - sábado, 24 de Agosto de 2019
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Presidente da Câmara Sylvie Surprenant...

Descreve os sucessos em turismo e em teatro

Jules Nadeau

Por Jules Nadeau

A Presidente da Câmara de Sainte-Thérèse orgulha-se dos sucessos concretos do pacto de amizade com os Portugueses. Mme Sylvie Surprenant descreve especialmente duas realizações de anos recentes em matéria de turismo e de teatro. Uma boa forma de «bem desenvolver» as relações entre Lagoa e Sainte-Thérèse. Apesar dos pedidos vindos de outros países, ela prefere concentrar-se sobre esta cidade dos Açores (e Annecy em França) para que os pactos «continuem vivos e ativos». Eis alguns extratos da conversa entre Mme Surprenant, o chefe de redação Norberto Aguiar e o jornalista Jules Nadeau.

Trocas muito pessoais em hotelaria

«Em (ANO?) foram os jovens de 16-17 anos que se destinavam a diferentes profissões e níveis nos hotéis e na restauração. Havia todo um programa. Levamo-los a fazer estágios em hotéis e visitas à escola de hotelaria de Sainte-Adèle. Depois, foram os encontros com os jovens que deviam ir viver a mesma experiência na Lagoa. Aqui, queríamos ter um programa com todas as particularidades locais. No inverno, patinagem no gelo e motoneige. Em março, a «cabane à sucre». Atividades desconhecidas na terra deles. Acho que era interessante fazer-lhes conhecer estas facetas. Eles voltam para casa com o máximo de recordações: como ter residido com as famílias aqui e lá. Em seguida, uma das maiores riquezas é que os jovens guardaram o contacto pela internet», confia-nos Mme Surprenant, no seu escritório da Câmara Municipal.

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«Antes de os acompanhar ao aeroporto, tinha avisado os jovens daqui… Creio que vocês se vão aperceber, que no interior de duas semanas, os vossos dois grupos já estão muito ligados. Vão ter dificuldade em se deixar. Efetivamente, antes de tomar o avião, havia choros. Tão belas amizades que se criaram através de todos estes programas. Isto são belos sucessos quanto a mim. Esses jovens viveram outra coisa, viveram com outras famílias, de outras culturas, com o lado religioso e as procissões. Levei-os através de São Miguel. Fomos recebidos em todas as câmaras com todo o protocolo. Os nossos jovens não estão habituados a isso. Há muito protocolo nos Açores. Perguntei-lhes se se sentiam à vontade. Eles responderam-me que sim. Sentiram-se de tal modo bem acolhidos e com todo o respeito. Dum lado e do outro, penso que trouxemos isso. É uma outra dimensão, uma outra maneira de fazer…», de especificar a presidente da câmara, que estima que a barreira da língua será cada vez menos um obstáculo.

Teatro nas duas línguas

A troca entre a Academia Sainte-Thérèse e uma escola secundária de Lagoa… Sr. Amaral… foi em que ano???

«O grupo de teatro de Lagoa nunca tinha representado em francês, claro. A peça era toda em português, mas quando eles vieram representá-la aqui, os cenários, a montagem vídeo, estavam traduzidos em francês. De maneira impecável. Para uma primeira vez, a tradução podia ter sido aproximativa, mas era excelente… aliás, como o talento dos jovens em teatro. Assim foi também uma geminação entre os jovens. Eles já conheciam os seus gémeos ao chegar aqui: a família onde iam ficar e automaticamente a outra na Lagoa. À partida, isso tranquiliza o jovem e a família. É todo este enquadramento de comunidade para comunidade que damos. Como vêm, começamos pelos jovens. Eu, penso que tudo se passa aí. Hoje, é uma geração aberta. É preciso sensibilizá-los e levá-los a todas as possibilidades de contactos. Em seguida acolhemos as trupes folclóricas, assim como os grupos corais, os grupos de música. O que apreciei cada vez mais foi que com a Associação Portuguesa o programa fosse incluído como sendo teresiano e aberto a todos. Enquanto que ao princípio era um pouco isolado, para mim era importante que se abrisse a todos. São etapas que foram percorridas com sucesso. Os Teresianos que vão lá todos os anos não são necessariamente portugueses de origem. Agora tornou-se uma tradição para eles. O acesso à cultura é isto», conclui a primeira dama de Sainte-Thérèse.

Comunidade
A Presidente da Câmara de Sainte-Thérèse orgulha-se dos sucessos concretos do pacto de amizade com os Portugueses. Mme Sylvie Surprenant descreve especialmente duas realizações de anos recentes em matéria de turismo e de teatro. Uma boa forma de «bem desenvolver» as relações entre Lagoa e Sainte-Thérèse. Apesar dos pedidos vindos de outros países, ela prefere concentrar-se sobre esta cidade dos Açores (e Annecy em França) para que os pactos «continuem vivos e ativos». Eis alguns extratos da conversa entre Mme Surprenant, o chefe de redação Norberto Aguiar e o jornalista Jules Nadeau.
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