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rss  Vol. XX - Nº 353         Montreal, QC, Canadá - sábado, 24 de Agosto de 2019
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Na Caixa Desjardins de Ste-Thérèse

Patrícia Tavares é diretora do Serviço à clientela

Norberto Aguiar

Por Norberto Aguiar

Nasceu em Angola e está no Quebeque desde a idade dos 4 anos. Tem um bacharelato em Comércio, tirado na Universidade Concordia, é casada e mãe de filhos. Trata-se de Patrícia Tavares, a atual diretora do Serviço à Clientela, na Caixa Desjardins de Thérèse-De-Blainville, que está situada no 201, Curé-Labelle, em Sainte-Thérèse.

Chegámos à fala com Patrícia Tavares ao princípio da tarde de terça-feira, dia 29 de junho, por influência de pessoa amiga, que nos disse que na Caixa Desjardins de Ste-Thérèse trabalhavam duas pessoas de origem portuguesa e como este jornal está virado para o interior da «cidade portuguesa» de Sainte-Thérèse, para falar dos lusitanos, principalmente daqueles que mais visibilidade têm ou podem ter na sociedade de acolhimento, nada melhor do que tentar saber quem são e o que fazem eles.

– Trabalho aqui há três anos. Sou diretora do Serviço aos Utentes. Mas vim de outras Caixas, pois trabalho para a Desjardins há mais de 20 anos. Se moro em Ste-Thérèse? Por questões de segurança apenas lhe posso dizer que resido na Couronne Nord...

Entre estas e outras questões, acabámos por saber que Patrícia Tavares quando entrou para o imponente Grupo Desjardins, fê-lo pela porta da então Caixa de Economia dos Portugueses de Montreal – hoje é Caixa Desjardins Portuguesa.

– Trabalhei na Caixa Portuguesa ainda a Jacinta não era diretora, começou por dizer a nossa angolana. Para logo completar que «Era então diretor o Senhor Celestino Andrade. Entrei para lá em 1992. Comecei como rececionista. De resto, conheço-o dos jornais. Não se lembra de mim?» Sinceramente não me lembrava.

J

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João Botelho, reformado, e Patrícia Tavares, diretora do Serviço à Clientela, os dois portugueses da Caixa Desjardins de Sainte-Thérèse -De-Blainville.

oão Botelho, reformado e avô

Depois, virámos a agulha para outra direção. E foi assim que a Patrícia Tavares nos disse que trabalhava realmente um outro português na Caixa Desjardins. Porém, essa pessoa trabalhou. Agora já não trabalha por que foi para a reforma», informou-nos.

Com prestança, Patrícia Tavares logo prometeu ligar para o seu antigo colega de trabalho de forma a que pudéssemos aceder ao seu contacto.

Não se passou muito tempo e já tínhamos João Botelho ao telefone.

– Sim, senhor. Trabalhei na Caixa Desjardins de Sainte-Thérèse durante 42 anos. Cheguei a Agente de Serviços Financeiros. Conheço por isso muito bem a comunidade portuguesa local. Agora estou na reforma. E já sou avô. Sou pai de dois filhos, que não falam português, atalhou. E porquê? Questionámos o nosso interlocutor. «Eu já não falo muito bem português, porque cheguei ao Quebeque com quatro anos e, além disso, a minha mulher é quebequense. Assim não foi fácil para eles aprenderem a língua...

Quando o confrontámos com a opinião de que falava um português bastante aceitável, ele agradeceu, mas insistiu dizendo que não falava bem o nosso idioma...

A terminar a nossa breve mas útil conversa com este teresiano de adoção, ainda soubemos que João Botelho, que é primo do reputado doutor Horácio Arruda (diretor da Saúde Pública do Quebeque), é natural da freguesia da Relva, no concelho de Ponta Delgada, em São Miguel, de onde vem aquele distinto médico.

Ao contrário da Patrícia, João Botelho deu sinais de estar ao corrente da geminação entre as aglomerações de Sainte-Thérèse e Lagoa.

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Nasceu em Angola e está no Quebeque desde a idade dos 4 anos. Tem um bacharelato em Comércio, tirado na Universidade Concordia, é casada e mãe de filhos. Trata-se de Patrícia Tavares, a atual diretora do Serviço à Clientela, na Caixa Desjardins de Thérèse-De-Blainville, que está situada no 201, Curé-Labelle, em Sainte-Thérèse.
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