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rss  Vol. XX - Nº 352         Montreal, QC, Canadá - segunda-feira, 30 de Março de 2020
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Campeonato da Europa de Futebol em seleções

«Portugal a reboque»

LusoPresse – Foi com esta frase que alguns Média internacionais classificaram o apuramento de Portugal para os oitavos de final do Euro 2016, que se está a desenrolar nos melhores estádios de França.

Com efeito, este apuramento de Portugal não tem nada de brilhante, pois a nossa seleção acabou a sua participação nesta fase de grupos sem uma única vitória – também não sofreu nenhuma derrota, é certo –, embora acasalado com equipas consideradas de segundo plano em termos internacionais. A começar pela Islândia – que por acaso se apurou em segundo lugar, à frente de Portugal! – e a terminar na Hungria, que não participava numa competição deste nível desde 1986! Como terceiro adversário esteve a Áustria, também sem cartel internacional...

Com expetativas extremamente altas ao partir de Portugal, precisamente por se estar perante um grupo de adversários bastante acessível – a imprensa internacional classificou mesmo o grupo de Portugal, logo depois do sorteio, como o mais fraco de todos... – logo se pensou que o apuramento seria «favas contadas», tanto era o otimismo... Espera-se, agora, que para o jogo com a Croácia se respeite mais o adversário, trabalhando com afinco e então no fim do jogo se vê quem é verdadeiramente melhor... E isto porquê? Por que nestes três jogos sempre se disse que se ia ganhar, que era uma questão de tempo.... Afinal, o que foi que se viu? Que os adversários, embora com pouco prestígio, bateram-se de igual para igual contra uma equipa que saiu de Portugal para «ser campeã».

Portugal está perfeitamente a tempo de ser campeão. Mas, para isso, terá de provar no campo, ganhando jogos. E não pode estar sempre à espera que Ronaldo resolva tudo. Foi o que ele fez neste último jogo, contra a Hungria, ao marcar dois belos golos e dar o passe decisivo para que Nani marcasse o outro golo.

Ao invês, os adversários contaram sempre mais com o seu todo, logo se percebendo que quando não marca o avançado, marca o médio ou o defesa...

Tivesse Portugal sido eliminado – esteve por um cabelo... – e Cristiano Ronaldo teria sido crucificado, pois os problemas da seleção quando não ganha é logo por sua culpa, como se ele tivesse – qual gigante dos estádios – que resolver todos os jogos, marcando sempre os golos suficientes para cada vitória.

Enquanto isso não acontece, ele tem de ser substituído... Não sai por que manda na equipa. E pior ainda: – vai p........ para Marrocos ter com os teus amigos.

Entretanto, o treinador, que faz escolhas desacertadas, ninguém o critica... Por menos já vi treinadores a «fazerem as malas».

 

Desporto
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