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rss  Vol. XX - Nº 350         Montreal, QC, Canadá - quarta-feira, 19 de Fevereiro de 2020
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Prémios Sophia brilham em quarta edição

A Academia Portuguesa de Cinema divulgou na passada sexta-feira, dia 13 de maio, no CCB – Centro Cultural de Belém, em Lisboa, os vencedores dos Prémios Sophia 2016 e entregou os Prémios Carreira à atriz Carmen Dolores e ao produtor e fundador da Cinemate, Fernando Costa.

Na sua quarta edição, a noite foi animada pela atriz Ana Bola que partilhou o palco com vários atores e membros da Academia. Os momentos musicais contaram com as participações de três grandes nomes da música portuguesa: Paulo Gonzo, Jorge Palma e Ricardo Ribeiro.

Paralelamente à cerimónia decorreu no Foyer do CCB uma exposição inédita a nível mundial, que junta vinte e oito troféus de cinema, entre os quais os prestigiados Óscar da Academia Americana, Goya da Academia Espanhola, César da Academia Francesa e Bafta da Academia Inglesa, entre muitos outros. A exposição pode ser visitada gratuitamente até 20 de maio.

Para aceder às fotografias do evento em alta resolução gentilmente cedidas pelo fotógrafo oficial da Academia, José Pinto Ribeiro, por favor utilize o link: we.tl

Lista de vencedores nos Prémios Sophia 2016

Melhor Curta-Metragem de Ficção

• Rampa de Margarida Lucas

Curta-Metragem de Animação

• Amélia & Duarte de Alice Guimarães e Mónica Santos

Melhor Documentário em Curta-Metragem

• Fora da Vida de Filipa Reis e João Miller Guerra

Melhor Atriz Secundária

• Carla Chambel – Se eu Fosse Ladrão, Roubava

Prémio Sophia Estudante

• Terra Mãe de Ricardo Couto

Melhor Ator Secundário

• José Pinto – Capitão Falcão

Melhor Guarda Roupa

• Isabel Quadros – Capitão Falcão

Melhor Direção Artística

• Nuno Tomaz, Mário Melo Costa e João Leitão - Capitão Falcão

Melhor Caracterização

• Helena Gonçalves – Capitão Falcão

Melhor Documentário em Longa-Metragem

• Pára-me de Repente o Pensamento de Jorge Pelicano

Melhor Ator Principal

• José Mata – Amor Impossível

Melhor Som

• Vasco Pedroso, Branko Neskov e Elsa Ferreira – Amor Impossível

Melhor Música

• Pedro Marques – Capitão Falcão

Melhor Fotografia

• Acácio de Almeida – Se eu Fosse Ladrão, Roubava

Melhor Argumento Original

• João Leitão e Nuria Leon Bernardo – Capitão Falcão

Melhor Montagem

• Edgar Feldman e João Salaviza – Montanha

Melhor Atriz Principal

• Vitória Guerra – Amor Impossível

Melhor Realizador

• Margarida Cardoso – Yvone Kane

Melhor Filme

• Amor Impossível de António-Pedro Vasconcelos, MGN FILMES

Prémios Carreira

Carmen Dolores

Fernando Costa

São patrocinadores dos Prémios Sophia 2016 o ICA – Instituto do Cinema e Audiovisual, Nos Audiovisuais, Anselmo 1910, Planar, Gedipe, IT People, Portugal Sou Eu, Garage, Digital Mix, Cinemateca Portuguesa, Light Film, Ano do Cinema e do Audiovisual do Português, Pedro Raposo e Associados, Resultados Concretos Serviços de Contabilidade e Laranja Mecânica.

Sobre a Academia:

A Academia Portuguesa de Cinema é uma associação sem fins lucrativos, fundada em julho de 2011, cuja principal missão é aproximar o cinema português do grande público e promover o cinema nacional no mundo. O seu objetivo é fomentar a criatividade e melhorar as competências dos profissionais de cinema, através de intercâmbios culturais, ações de formação, participação em festivais e organização de conferências.

Em 2012, a Academia instituiu os Prémios Sophia, que à semelhança dos que existem nos EUA (Óscares), em França (Césares), em Espanha (Goya) ou no Reino Unido (Bafta), pretendem distinguir o melhor do cinema português, em diversas categorias entre as quais melhor filme, realizador, ator e atriz, banda sonora, fotografia, argumento original e adaptado, curta-metragem, documentário e filme estrangeiro.

A Academia é presidida pelo produtor Paulo Trancoso, acompanhado na direção por Carla Chambel (atriz), José Carlos Oliveira (realizador), Ana Sofia Major (produtora) e Vicente Alves do Ó (realizador). A mesa da Assembleia Geral é presidida por Inês de Medeiros (atriz), coadjuvada pelos vogais Patrícia Vasconcelos (diretora de casting) e João Cayatte (realizador). O conselho fiscal está a cargo de Miguel Monteiro (ator), Maria do Carmo Moser (produtora) e António Costa Valente (produtor).

Para mais informações contactar o gabinete de imprensa da Academia:

Isa Martins / isa.martins@jervispereira.pt / 21 391 66 00 / 93 604 0904

Sara Clara / sara.clara@jervispereira.pt / 21 391 66 05

www.jervispereira.pt

Carmen Dolores

Atriz e escritora portuguesa

Nasce em 1924, em Lisboa.

Aos 12 anos iniciou a atividade profissional na rádio e aos 19 estreia-se no cinema, como protagonista do filme Amor de Perdição (1943), uma adaptação de António Lopes Ribeiro do romance de Camilo Castelo Branco. Em 1945 e 1946 participa nos filmes Um Homem às Direitas, de Jorge Brum do Canto, A Vizinha do Lado de Lopes Ribeiro e Camões de Jorge Leitão de Barros.

Em 1945 estreia-se também no teatro Trindade, integrada na Companhia Os Comediantes de Lisboa. Em 1951 sobe pela primeira vez ao palco do Teatro Nacional D. Maria II onde somou inúmeros sucessos, sendo talvez o mais famoso Frei Luís de Sousa de Almeida Garrett. Com a peça Seis personagens à procura de um autor de Pirandello ganha em 1959 o Prémio de Melhor Atriz.

Em conjunto com outros atores criou o Teatro Moderno de Lisboa, no palco do Império, tendo desenvolvido um projeto inovador que levou a cena peças de autores consagrados como Dostoievski, Shakespeare, Strindberg e José Cardoso Pires. Em 1962 conquista o Prémio de Popularidade como atriz de teatro radiofónico. Na década de 80 trabalhou no cinema com José Fonseca e Costa, nos filmes A Mulher do Próximo e Balada da Praia dos Cães.

Em 1991 recebe a Medalha de Mérito Cultural, da Secretaria de Estado da Cultura e em 1998 participa na peça em Jardim Zoológico de Cristal dirigida por Diogo Infante, onde recebeu o Prémio da Casa da Imprensa. Nesse mesmo ano foi distinguida pela Federação Iberolatina Americana de Artistas Intérpretes ou Executantes pela sua notável trajetória profissional e humana.

Embora pontualmente trabalhou também em televisão, nas telenovelas Passarelle, A Banqueira do Povo e A Lenda da Garça. Ganha em 2003 o Globo de Ouro como melhor atriz de teatro pela peça Copenhaga, de Michael Frayn, no Teatro Aberto.

Em 2005 foi galardoada com a Ordem do Infante D. Henrique no grau de Grande-Oficial, atribuída pelo Presidente da República.

Fernando Costa

Produtor português e fundador da Cinemate

Nasce em 1937, em Lisboa.

Iniciou a sua carreira profissional em 1957, tendo desempenhado funções em departamentos de imagem de produtoras e televisões, nomeadamente enquanto operador de câmara e diretor de fotografia.

Em 1963 foi assistente de direção no filme Parque das Ilusões, de Perdigão Queiroga, em 1964 trabalhou para Henrique Campos no filme Pão, Amor e Totobola e, nesse mesmo ano, integra a equipa técnica do filme Uma Hora de Amor, de Augusto Fraga.

Em 1968, volta a trabalhar com Henrique Campos no filme Estrada da Vida e como operador de câmara, no filme El Padre Coplillas, de Rámon Comas. Colaborou ainda nos filmes Sérias em Portugal e Amores Satânicos.

Entre 1961 e 1971 Fernando Costa produziu quatro documentários de Perdigão Queiroga: Museus e Pinturas, Viagem Presidencial a Angola, Crimes na Cozinha e Inverno em Portugal, tendo também produzido para a RTP a série Respir ar e as reportagens Visor, Imagens de Portugal e Cinejornal.

A sua longa vida de cinema, como diretor de fotografia, operador de câmara e produtor, foi contudo complementada com o lançamento da primeira empresa de aluguer de estúdios e equipamentos. Fundada em 1965, a Cinemate rapidamente se tornou líder de mercado trabalhando regularmente com todas as televisões e produtoras nacionais e internacionais.

Cinema
A Academia Portuguesa de Cinema divulgou na passada sexta-feira, dia 13 de maio, no CCB – Centro Cultural de Belém, em Lisboa, os vencedores dos Prémios Sophia 2016 e entregou os Prémios Carreira à atriz Carmen Dolores e ao produtor e fundador da Cinemate, Fernando Costa.
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O que é o novo acordo?

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