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rss  Vol. XX - Nº 348         Montreal, QC, Canadá - segunda-feira, 12 de Abril de 2021
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Prémios Sophia 2016

Academia Portuguesa de Cinema divulga nomeados em 19 categorias

A Academia Portuguesa de Cinema divulgou, dia 7 de abril, os nomeados em 19 categorias e os Prémios Carreira para os Prémios Sophia 2016, na Cinemateca Portuguesa, em Lisboa.

Os atores e membros da Academia Joana de Verona e Afonso Pimentel são os responsáveis pela divulgação da lista de nomeados nas seguintes categorias:

Melhor Filme

– Amor Impossível de António-Pedro Vasconcelos, MGN FILMES

– Montanha de João Salaviza, Filmes do Tejo II

– Yvone Kane de Margarida Cardoso, Filmes do Tejo II

– As Mil e Uma Noites – Volume 2, O Desolado de Miguel Gomes, O Som e a Fúria

Melhor Atriz Principal

– Vitória Guerra – Amor Impossível

– Beatriz Batarda – Yvone Kane

– Isabel Ruth – Se eu Fosse Ladrão, Roubava

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– Soraia Chaves – Amor Impossível

Melhor Ator Principal

– José Mata – Amor Impossível

– Gonçalo Waddington – Capitão Falcão

– Adriano Luz – As Mil e Uma Noites – Volume 1, O Inquieto

– David Mourato – Montanha

Melhor Argumento Original

– João Salaviza – Montanha

– Margarida Cardoso – Yvone Kane

– Tiago R. Santos – Amor Impossível

– João Leitão e Nuria Leon Bernardo – Capitão Falcão

Melhor Fotografia

– João Ribeiro – Yvone Kane

– André Szankowski – Cosmos

– Miguel Sales Lopes – Amor Impossível

– Acácio de Almeida – Se eu Fosse Ladrão, Roubava

Melhor Direção Artística

– Ana Vaz – Yvone Kane

– Nuno Tomaz, Mário Melo Costa e João Leitão – Capitão Falcão

– Clara Vinhais – Amor Impossível

– Rui Alves – O Pátio das Cantigas

Melhor Documentário em Longa-Metragem

– Pára-me de Repente o Pensamento de Jorge Pelicano

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– Volta à Terra de João Pedro Plácido

– Alto Bairro de Rui Simões

– Portugal – Um Dia de Cada Vez de João Canijo e Anabela Moreira

Melhor Documentário em Curta-Metragem

– Atopia de Luís Azevedo e Alexandre Marinho

– Fora da Vida de Filipa Reis e João Miller Guerra

– A Torre de Salomé Lamas

– Africa Abençoada de Aminata Embalo

Melhor Maquilhagem e Cabelos

– Emmanuelle Fèvre e Ramona – Yvone Kane

– Helena Gonçalves – Capitão Falcão

– Susana Correia e Sandra Meleiro – Amor Impossível

– Iris Peleira – Cosmos

Curta-Metragem de Animação

– Amélia & Duarte de Alice Guimarães e Mónica Santos

– Nossa Senhora da Apresentação de Abi Feijó

– Vígil de Rita Cruchinho Neves

– O Campo à Beira Mar de André Ruivo

Melhor Atriz Secundária

– Maria D’Aires – Amor Impossível

– Maria João Pinho – Montanha

– Lia Carvalho – Amor Impossível

– Carla Chambel – Se eu Fosse Ladrão, Roubava

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Melhor Ator Secundário

– Carlos Malvarez – Amor Impossível

– José Martins – Amor Impossível

– David Chan Cordeiro – Capitão Falcão

– José Pinto – Capitão Falcão

Melhor Realizador

– Margarida Cardoso – Yvone Kane

– António-Pedro Vasconcelos – Amor Impossível

– João Salaviza – Montanha

– Miguel Gomes – As Mil e Uma Noites – Volume 2, O Desolado

Melhor Som

– Vasco Pedroso, Branko Neskov e Elsa Ferreira – Amor Impossível

– Hugo Leitão – Capitão Falcão

– Olivier Blanc – Montanha

– Elsa Ferreira e Pedro Ricardo Nunes – Yvone Kane

Melhor Guarda Roupa

– Isabel Quadros – Capitão Falcão

– Nádia Henriques – Yvone Kane

– Silvia Grabowski e Lucha D’Orey – As Mil e Uma Noites – Volume 2, O Desolado

– Mia Lourenço – Amor Impossível

Melhor Montagem

– João Braz – Yvone Kane

– Pedro Ribeiro – Amor Impossível

– Edgar Feldman e João Salaviza – Montanha

– Mário Melo Costa – Capitão Falcão

Melhor Banda Sonora Original

– José M. Afonso – Amor Impossível

– Pedro Marques – Capitão Falcão

– Norberto Lobo – Montanha

– Nuno Malô – O Pátio das Cantigas

Prémio Sophia Estudante

– Afrodite de Gonçalo Nobre de Almeida

– Ghiocel de Mara Ungureanu

– Terra Mãe de Ricardo Couto

– Palhaços de Pedro Crispim

Melhor Curta-Metragem de Ficção

– O Rebocador de Jorge Cramez

– Rampa de Margarida Lucas

– Aula de Condução de André Santos e Marco Leão

– A Glória de Fazer Cinema em Portugal de Manuel Mozos

Os Prémios Carreira serão entregues a Carmen Dolores e a Fernando Costa.

A Entrega dos Prémios Sophia 2016 decorre no dia 13 de maio, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa.

São patrocinadores dos Prémios Sophia 2016 o ICA – Instituto do Cinema e Audiovisual, Nos Audiovisuais, Anselmo 1910, Planar, Gedipe, IT People, Portugal Sou Eu, Garage, Digital Mix, Cinemateca Portuguesa, Light Film, Ano do Cinema e do Audiovisual do Português, Pedro Raposo e Associados, Resultados Concretos Serviços de Contabilidade Lda e Laranja Mecanica.

Carmen Dolores

Atriz e escritora portuguesa

Nascida em 1924, em Lisboa.

Com 12 anos iniciou a sua vida profissional na rádio onde se deu a conhecer pela primeira vez. Com 19 anos estreia-se no cinema, como protagonista do filme Amor de Perdição (1943), uma adaptação de António Lopes Ribeiro do romance de Camilo Castelo Branco. Em 1945 e 1946 participa nos filmes Um Homem às Direitas, de Jorge Brum do Canto, A Vizinha do Lado de Lopes Ribeiro e Camões de Jorge Leitão de Barros.

Também em 1945 aparece no teatro, integrada na Companhia Os Comediantes de Lisboa, no Teatro da Trindade. Em 1951 sobe para o palco do Teatro Nacional D. Maria II onde somou diversos sucessos, um deles Frei Luís de Sousa de Almeida Garret. Com a peça Seis personagens à procura de um autor de Pirandelo ganha em 1959 o Prémio de Melhor Atriz.

Em conjunto com outros atores criou o Teatro Moderno de Lisboa, no palco do Império, tendo desenvolvido um projeto que levou a cena novas encenações de peças de autores consagrados como Dostoievski, Shakespeare, Strindberg e José Cardoso Pires. Foi no ano de 1962 que conquistou o Prémio de Popularidade como atriz de teatro radiofónico.

Na década de 80 trabalhou no cinema com José Fonseca e Costa, nos filmes A Mulher do Próximo e Balada da Praia dos Cães, em 1987.

Recebe em 1991 a Medalha de Mérito Cultural, da Secretaria de Estado da Cultura e em 1998 no Teatro Nacional participa em Jardim Zoológico de Cristal dirigida por Diogo Infante, onde recebeu o Prémio da Casa da Imprensa. Nesse mesmo ano foi também distinguida pela Federação Iberolatina Americana de Artistas Intérpretes ou Executantes pela sua trajetória profissional e humana.

Apareceu esporadicamente em televisão, nas telenovelas Passarelle, A Banqueira do Povo e A Lenda da Garça. Ganha em 2003 o Globo de Ouro como melhor atriz de teatro pela peça Copenhaga, de Michael Frayn, no Teatro Aberto.

Em 2005 foi galardoada com a Ordem do Infante D. Henrique no grau de Grande-Oficial, atribuída pelo Presidente da República.

Fernando Costa

Produtor português e fundador da Cinemate

Nascido em 1937, em Lisboa.

Iniciou a sua carreira profissional em 1957, tendo desempenhado funções em departamentos de imagem de produtoras e televisões, nomeadamente enquanto operador de câmara e diretor de fotografia.

Em 1963 foi assistente de direção no filme Parque das Ilusões, de Perdigão Queiroga, em 1964 trabalhou para Henrique Campos no filme Pão, Amor e Totobola e, nesse mesmo ano, integra a equipa técnica do filme Uma Hora de Amor, de Augusto Fraga.

Em 1968, volta a trabalhar com Henrique Campos no filme Estrada da Vida e como operador de câmara, no filme El Padre Coplillas, de Rámon Comas. Colaborou ainda nos filmes Sérias em Portugal e Amores Satânicos.

Entre 1961 e 1971 Fernando Costa produziu quatro documentários de Perdigão Queiroga: Museus e Pinturas, Viagem Presidencial a Angola, Crimes na Cozinha e Inverno em Portugal, tendo também produzido para a RTP a série Respirar e as reportagens Visor, Imagens de Portugal e Cinejornal.

A sua longa vida de cinema, como diretor de fotografia, operador de câmara e produtor, foi, contudo, complementada com o lançamento da primeira empresa de aluguer de estúdios e equipamentos. Fundada em 1965, a Cinemate rapidamente se tornou líder de mercado trabalhando regularmente com todas as televisões e produtoras nacionais e internacionais.

Consulte as imagens e os anexos no link: we.tl

Sobre a Academia:

A Academia Portuguesa de Cinema é uma associação sem fins lucrativos, fundada em julho de 2011, cuja principal missão é aproximar o cinema português do grande público e promover o cinema nacional no mundo.

O seu objetivo é fomentar a criatividade e melhorar as competências dos profissionais de cinema, através de intercâmbios culturais, ações de formação, participação em festivais e organização de conferências.

Em 2012, a Academia instituiu os Prémios Sophia, que à semelhança dos que existem nos EUA (Óscares), em França (Césares), em Espanha (Goya) ou no Reino Unido (Bafta), pretendem distinguir o melhor do cinema português, em diversas categorias entre as quais melhor filme, realizador, ator e atriz, banda sonora, fotografia, argumento original e adaptado, curta-metragem, documentário e filme estrangeiro.

A Academia é presidida pelo produtor Paulo Trancoso, acompanhado na direção por Carla Chambel (atriz), José Carlos Oliveira (realizador), Ana Sofia Major (produtora) e Vicente Alves do Ó (realizador). A mesa da Assembleia Geral é composta por Inês de Medeiros (atriz), Patrícia Vasconcelos (diretora de casting) e João Cayatte (realizador) e o conselho fiscal por Miguel Monteiro (ator), Maria do Carmo Moser (produtora) e António Costa Valente (produtor).

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A Academia Portuguesa de Cinema divulgou, dia 7 de abril, os nomeados em 19 categorias e os Prémios Carreira para os Prémios Sophia 2016, na Cinemateca Portuguesa, em Lisboa.
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