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rss  Vol. XIX - Nº 340         Montreal, QC, Canadá - sexta-feira, 23 de Junho de 2017
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Para atuar no Théâtre Outremont

Comunidade sefardita mandou vir Kátia Guerreiro

Jules Nadeau

Por Jules Nadeau

A comunidade sefardita unificada do Quebeque (CSUQ) oferece-nos um serão tricultural sem precedente, que incluirá uma magistral componente portuguesa com a participação da reputada fadista Kátia Guerreiro. A boa notícia foi-nos dada em pessoa por Sylvain Abitbol, presidente da CSUQ. A artista bem conhecida vai apresentar-se diante de um público de diversas origens no Théâtre Outremont, no sábado, dia 12 de dezembro. Uma festa Marrocos-Portugal-Espanha intitulada «Trilogia Andaluza».

Rua Chabanel, no escritório brilhantemente iluminado da sua firma de tecnologia (comércio automóvel), Sylvain Abitbol recebe o LusoPresse com muita amabilidade. Na base do teste que ele nos faz passar sobre o rei Afonso Henriques e a origem do nome Portugal, constatamos que estamos perante um homem do mundo ao mesmo tempo lusófilo e bem inserido no seu meio.

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Sylvin Abitbol, president da CSUQ.
Foto Jules Nadeau - LusoPresse

Nascido no reino de Marrocos, Sylvain Abitbol chegou entre nós com a idade de 18 anos. «Depois do meu diploma de engenheiro na Politécnica em 1973, fui enviado em digressão a várias indústrias da província. Donde conheço muito bem o Quebeque», confia-nos o natural de Casablanca de cabelos brancos como neve.

Arabo-andaluz, português e espanhol

A comunidade judaica de Montreal e de Laval? Não menos de 90 000 membros dotados de sólidas instituições como o Hôpital Juif e uma fundação de vários milhões de dólares. Somente 25% dos pacientes são de confissão judaica, donde uma contribuição importante à população local. A mesma coisa «no que diz respeito ao Festival Sefardita, queremos fazer trocas. O fado está muito próximo da música judaica», precisa o co-presidente de Otolane.

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Kátia Guerreiro, a médica-fadista.
Foto de Rui Ochoa

«Nunca o Festival Sefardita de Montreal reuniu em cena as três grandes tradições musicais que se enraízam nas diásporas sefarditas: a Árabo-andaluza gharnati, a Portuguesa fado e a Espanhola flamenco, menciona o comunicado. «Na passerelle musical harmoniosa» vai estar presente a grande Amina Alaoui, a voz marroquina que faz reviver em todo o mundo a mensagem de tolerância. Além dela, Marcos Marin, Quebequense nascido em Espanha, que atua nos palcos americanos e europeus.».

Kátia Guerreiro nasceu em 1976 em Vanderbijlpark, perto de Johannesbourg, depois viveu um certo tempo com a família em São Miguel Açores), onde frequentou um grupo folclórico antes de partir para Lisboa para fazer estudos de medicina. Um imenso talento escondido para o fado, que se revelou por acaso num bairro da capital, relatou o Le Monde.

Desde 2001, conhecem-se-lhe os álbuns seguintes: Fado Maior, Nas Mãos do Fado, Tudo Ou Nada e Fado. A artista deu recitais em cerca de uma dúzia de países. Nunca dois sem três, segundo o ditado, depois de Mariza na Place des Arts e Carminho em Outremont, será para nós um imenso prazer de conhecer esta outra grande dama.

Para a bilheteira em linha e os pormenores da soirée consultar: www.festivalsepharade.ca

Para a bilheteira CSUQ: telef. 514-733-4998.

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A comunidade sefardita unificada do Quebeque (CSUQ) oferece-nos um serão tricultural sem precedente, que incluirá uma magistral componente portuguesa com a participação da reputada fadista Kátia Guerreiro. A boa notícia foi-nos dada em pessoa por Sylvain Abitbol, presidente da CSUQ. A artista bem conhecida vai apresentar-se diante de um público de diversas origens no Théâtre Outremont, no sábado, dia 12 de dezembro. Uma festa Marrocos-Portugal-Espanha intitulada «Trilogia Andaluza».
Katia Guerreiro.doc
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