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rss  Vol. XIX - Nº 340         Montreal, QC, Canadá - sábado, 22 de Fevereiro de 2020
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Em cerimónia no Ritz-Carlton...

Confraria do Vinho do Porto e do Douro entroniza várias pessoas

LusoPresse – A Confraria do Vinho do Porto e do Douro, de passagem por Montreal pela segunda vez na sua história, organizou uma sessão de entronização de várias pessoas que fazem do negócio do vinho a sua vida ou, então, o seu hobbie.

A reputada iniciativa teve lugar no famoso Hotel Ritz-Carlton, em dois tempos. Na primeira ação, levada a efeito numa das salas interiores do hotel, procedeu-se à cerimónia de entronização de 19 pessoas, num ritual muito próprio e cheio de significado. A segunda iniciativa contou com um lauto jantar, no imponente salão oval do Ritz-Carlton, local testemunha de muitas e grandiosas festas. Refira-se que o esmerado jantar teve assinatura do mais do que conhecido Ferreira Café do nosso compatriota José Carlos Ferreira.

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Carlos Ferreira acaba de recebernovas horariaspor parte da Confraria do Vinho do Porto e do Douro.

Antecedido de um agradável beberete, com os convivas a poderem trocar conhecimentos, e onde o Vinho do Porto foi rei e senhor, a cerimónia de entronização começou com o discurso de circunstância; momento de louvar a reputação do Vinho do Porto, conhecido mundialmente. As caraterísticas da cerimónia também foram explanadas e enaltecidas para conhecimento e benefício de todos. O silêncio é de ouro em momento tão solene. A roupagem dos organizadores e dos distinguidos fazem-se naturalmente notar.

Dado o tom, a cerimónia começou com a chamada de cada entronizado.

No padrão um, digamos assim, foram chamados, sucessivamente, José Guedes de Sousa, Cônsul-Geral de Portugal em Montreal, que recebeu o título – com diploma – de Cavaleiro, Jacques Benoit, jornalista do La Presse, como Infanção, Hubert Sacy (diretor-geral d»Éduc’alcool), Infanção, NB Liquor (Brian Harriman, presidente) Infanção, e Carlos Ferreira (presidente do Grupo Ferreira), que tendo sido aqui há anos – na primeira visita da confraria a Montreal – distinguido com o título de Cavaleiro, passou agora para a categoria de Infanção.

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Nos padrões dois, três e quatro foram agraciados com o título de Cavaleiro Richard Labonté (restaurante), Patrick Bermand (restaurante), Jean Aubry (jornalista do Le Devoir), Jacques Orhon (escanção), Don-Jean Léandri (escanção), Alain Lebel (cronista de vinhos), Lucien Davalan (presidente de AQAVBS), Charles Goyer (presidente de Céleste Levure), Donald Cayouette (presidente Kruger vinhos e licores), Denis Leclerc (Montreal Vinho e paixão), Michel Veilleux (vice-presidente de vendas Charton Hobbs), Nadia Fournier (cronista de vinhos), Paulo Ferreira (escanção) e João Carlos Ramos (diretor-geral de Alivin Canadá).

Para quem possa desconhecer, a Confraria do Vinho do Porto foi fundada em 1982 para «promover e consolidar a reputação do Vinho do Porto». Ela distingue todos aqueles e aquelas que trabalham no comércio e indústria do Vinho do Porto. O seu patrono é o Infante Dom Henrique, escolhido pela sua condição de descobridor, o que reflete a condição universal deste néctar.

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A Confraria do Vinho do Porto, no dia da cidade, que é o dia 24 de junho, organiza uma corrida dos conhecidos barcos Rabelos, muito ligados à história deste vinho desde sempre, sem esquecer, bem entendido, as cerimónias de entronização de cariz anual.

Os vinhos do Porto são produzidos nas montanhas e vales da zona que lhes dá nome. É uma região demarcada desde 1756 e recebeu através dos tempos muitas influências de súbditos de Sua Majestade. Atualmente o Douro está classificado como Património Mundial da Unesco.

Nesta vinda da Confraria a Montreal fizeram parte da delegação muitos produtores de Vinho do Porto e do Douro, cujas marcas Ramos Pinto, Niepoort, Quinta do Noval, Offley, Burmester, Barros, Calem, Kopke, Dalva, Porto Cruz e Poças Júnior, são das melhores e mais prestigiadas de Portugal.

Por detrás de todos os produtores presentes em Montreal está a Associação de Negociantes do Vinho do Porto, uma organização sem fins lucrativos que se encarrega de defender todos os seus associados. A AEVP representa 90% do comércio do Vinho do Porto e 35% dos vinhos do Douro.

Comunidade
LusoPresse – A Confraria do Vinho do Porto e do Douro, de passagem por Montreal pela segunda vez na sua história, organizou uma sessão de entronização de várias pessoas que fazem do negócio do vinho a sua vida ou, então, o seu hobbie.
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