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rss  Vol. XIX - Nº 336         Montreal, QC, Canadá - sábado, 22 de Fevereiro de 2020
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LUA AFLITA

Começando a semana, recatada no salão

e convosco andando mão na mão,

vejo a lua prenhe de tanta cor garrida

e pergunto: serão sinais de despedida

pelos migrantes que dão a vida ao mar?

Será que vai raivosa e nos quer avisar…

pela passagem desastrosa de um cometa

que arrase com gentes loucas do Planeta.

Vi a lua azul, brilhante e logo encarnada,

fiquei em sobressalto mas não disse nada…

Chorei e orando a Deus pedi com paixão:

Pai dá um lar aos migrantes e bom pão.

Vi a lua sorrir, lá do alto, até à Terra

e pensei que talvez se acabe a guerra

que tantos povos inocentes faz morrer…

e todos nascem com direito de viver.

 

Adelaide Ramos Vilela © Copyright, setembro de 2015

Poesia
vejo a lua prenhe de tanta cor garrida
LUA AFLITA.doc
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O tempo no resto do mundo

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