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rss  Vol. XIX - Nº 332         Montreal, QC, Canadá - terça-feira, 07 de Julho de 2020
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Lançada em Ponta Delgada...

Obra Laços e Abraços, de Adelaide Vilela

Foi lançada na passada sexta-feira, dia 26 de junho, pelas 18h00, na Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada a mais recente obra de Adelaide Ramos Vilela, intitulada «Laços e Abraços», com edição da Letras LAVAdas.

No Prefácio da obra, Vitor Baptista afirma que «[…] Há na Adelaide Vilela três atitudes fundamentais que aprendi a reconhecer à distância e em diferentes partilhas e «diálogos mediáticos». A generosidade própria de uma beirã, a simplicidade e o empreendedorismo, próprios da sua «africanidade» – sempre disponível para o «recomeço» e a alteridade, própria da vivência na «terra nova» que a acolheu nas últimas quatro dezenas de anos e que já considera como «a outra sua terra»!»

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Adelaide Vilela no momento em que se dirigia à plateia.

Vítor Baptista assume que «Foi desde estes três ângulos da sua vivência que procurei entender a obra poética da Adelaide que agora se apresenta e é através deles que leio as suas palavras, que traduzem os sentimentos, as emoções e os estados de espírito que os seus poemas me imprimem. É esse convite, em jeito de desafio, que faço ao leitor, que é o de tentar encontrar nos seus poemas cada ponto dos vértices deste triângulo e, na força dessa figura, encontrar a coerência da sua poesia, que coincide com a coerência da sua vivência.

Numa manhã, lembro-me de dar uma vista de olhos na rede social que habitualmente partilhamos com muitos daqueles que têm em comum a tal origem na «aldeia presépio» e, como dizia, deparo-me com algumas palavras, escritas em jeito de parabéns, a um amigo comum e especial. Rapidamente vislumbrei um poema feito de palavras carregadas de carinho, de abraços e de emoções que dedicava, sem complexos, ao nosso amigo Chico. Essa dedicatória, simples e original, tocou-me profundamente pelo reconhecimento e pela homenagem que ali prestava ao nosso querido amigo comum. Hoje, para meu grande espanto, descubro que esse poema faz parte da obra que agora se publica, aquele de que eu humildemente esboço este prefácio».

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Aludindo a uma das raras entrevistas de Fernando Pessoa ao Diário de Lisboa, que «o poeta «É difícil de entender, (…) falam como as cavernas, com boca de mistério. De resto os versos são oiro de língua, fortes como tempestades», Vítor Baptista espera, «sinceramente, que assim seja na leitura que agora vão iniciar, de recato, de incómodo, de paz, de curiosidade, de portugalidade, de universalidade, de simplicidade e de «desassossego»!»

A autora Adelaide Ramos Vilela é licenciada em Comunicação, Técnicas de Animação e Jornalismo. Trabalhou no Emigrante, na Voz de Portugal e é colaboradora do Jornal LusoPresse desde a primeira hora. Publicou, até agora, oito livros de poesia, tendo alguns sido publicados em espanhol pela Editora Olandina, Peru. É presidente de algumas associações de artes, na Venezuela e de outras na América Latina, entre elas a «Casa do Poeta Peruano».

A poesia da Adelaide tem sido alvo de vários estudos, como é exemplo a tese de Doutoramento de duas doutorandas da Università di Firenze – Facoltà di Lettere e Filosofia – Corso di laurea in: Lingue, Letterature e Studi Interculturali. Estudo este que aborda a Emigração Portuguesa intitulada EMIGRAZIONE E MEMORIA IN PORTUGAL À JANELA DI ADELAIDE RAMOS VILELA.

Literatura
Foi lançada na passada sexta-feira, dia 26 de junho, pelas 18h00, na Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada a mais recente obra de Adelaide Ramos Vilela, intitulada «Laços e Abraços», com edição da Letras LAVAdas.
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