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rss  Vol. XIX - Nº 327         Montreal, QC, Canadá - quinta-feira, 20 de Fevereiro de 2020
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Crónica sem título...

Osvaldo Cabral

Por Osvaldo Cabral

Com esta crónica termino a minha colaboração no «Correio dos Açores», que também vinha sendo publicada no «LusoPresse».

Foram quase quatro anos a comentar os principais acontecimentos do nosso burgo regional, sempre com a convicção de que a interpretação dos factos – a minha interpretação – era comungada por muitos dos leitores, a julgar pelo número daqueles que se me dirigiam, pessoalmente, por mensagem ou nos comentários das redes sociais, muitos deles também de Montreal.

Espero ter cumprido o desafio para que me tinham convidado, num momento difícil, que foi substituir o registo acutilante, profundo e irónico deste grande Mestre que foi Jorge do Nascimento Cabral.

Não é um adeus definitivo.

É apenas um mudar de endereço, porque continuarei a escrever, mas desta vez no jornal centenário «Diário dos Açores», que também pertence ao mesmo grupo do «Correio».

Passarei a assumir as funções de Diretor Executivo de um «Diário» renovado e mais virado para os nossos tempos modernos.

Como expliquei no primeiro editorial, publicado ontem, parto para esta nova etapa «em nome de duas causas: primeiro, porque não podia recusar o desafio de Américo Natalino Viveiros e Paulo Viveiros, que vêm desenvolvendo um trabalho estoico na defesa e manutenção de uma imprensa livre e exigente, numa região cada vez mais conformada com as correntes dominantes e onde o pensamento próprio e corajoso vai rareando; segundo, porque é o cumprimento de uma obrigação que impus a mim próprio, ou seja, finalizar a minha carreira de 35 anos de jornalismo na escola onde aprendi – a imprensa escrita».

Por acordo entre o «Diário dos Açores» e o «LusoPresse», este jornal passará a publicar os meus artigos que assinarei no «Diário» e também poderá publicar todos os conteúdos que entender, numa parceria relevante a que chegamos com o querido amigo Norberto Aguiar.

É por isso que digo que esta crónica não é um adeus.

É apenas uma crónica de explicação – por isso sem título.

No fundo, é um até já.

Crónica
Com esta crónica termino a minha colaboração no «Correio dos Açores», que também vinha sendo publicada no «LusoPresse».
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