logo
rss  Vol. XIX - Nº 326         Montreal, QC, Canadá - quinta-feira, 27 de Fevereiro de 2020
arrowFicha Técnica arrowEstatutos arrowPesquisar arrowContactos arrowÚltima hora arrowClima arrowEndereços úteis
Partilhe com os seus amigos: Facebook

Bilhete de Lisboa

Almanaque da terra

Por Filipa Cardoso

Provérbios são ditos (sentenças) populares, na base de um pequeno texto, geralmente de autor anónimo.

Transmitem conhecimentos que passam de geração em geração.

Encontramos provérbios para praticamente todas as situações da vida.

Segue uma lista de provérbios, com que esbarrei há dias, relativos aos doze meses do ano.

Embora quase de todos já conhecidos, não resisti a repescá-los.

Boa leitura:

Janeiro – Capricórnio

Em Janeiro sobe ao outeiro, se vires verdejar põe-te a chorar, se vires terrear, põe-te a cantar.

Fevereiro – Aquário

Quando chove em Fevereiro nem bom prado nem bom palheiro.

Março – Peixes

Quando o Março sai ventoso, sai o Abril chuvoso.

Abril – Carneiro

Sardinha de Abril, vê-la e deixá-la ir.

Maio – Touro

Maio hortelão, muita palha e pouco grão.

Junho – Gémeos

Chuva de S. João tira a uva e não dá pão.

Julho – Caranguejo

Julho quente, seco e ventoso, trabalho sem repouso.

Agosto – Leão

Chuva de Agosto, apressa o mosto. Ardem os montes e secam as fontes.

Setembro – Virgem

Setembro molhado, figo estragado.

Outubro – Balança

Outubro meio chuvoso, torna o lavrador venturoso.

Novembro – Escorpião

Pelo S. Martinho mata o teu porquinho e semeia o cebolinho.

Dezembro – Sagitário

Quem quer bom alhal, semeia-o pelo Natal.

E à laia de conclusão, recordo o provérbio, aceite como sendo de origem chinesa, que diz haver três coisas na vida que não voltam atrás: o dardo lançado, a palavra dita e a oportunidade perdida...

Bilhete de Lisboa
Provérbios são ditos (sentenças) populares, na base de um pequeno texto, geralmente de autor anónimo.
Bilhete de Lisboa2.doc
no
O tempo no resto do mundo

Arquivos

Acordo Ortográfico

O que é o novo acordo?

O LusoPresse decidiu adotar o novo acordo ortográfico da língua portuguesa.

Todavia, estamos em fase de transição e durante algum tempo, utilizaremos as duas formas ortográficas, a antiga e a nova.   Contamos com a compreensão dos nossos leitores.

Carlos de Jesus
Diretor

 
LusoPresse - 2020