logo
rss  Vol. XVIII - Nº 310         Montreal, QC, Canadá - sexta-feira, 23 de Outubro de 2020
arrowFicha Técnica arrowEstatutos arrowPesquisar arrowContactos arrowÚltima hora arrowClima arrowEndereços úteis
Partilhe com os seus amigos: Facebook

 

Em Montreal

«A chave de Salomão», de José Rodrigues dos Santos

Carlos de Jesus

Por Carlos de Jesus

Depois de «A Fórmula de Deus» e «O Último Segredo», José Rodrigues dos Santos, o internacionalmente aclamado escritor e pivô do Telejornal da RTP, depois de ter lançado em primeira mão mundial, em Paris, o seu novo romance «A Chave de Salomão» (La clé de Salomon), veio lançar o livro em Montreal, na semana passada, tal como tínhamos noticiado na nossa última edição.

No passado dia 29 de maio, o LusoPresse encontrou-se com o autor, no final de uma sessão de autógrafos com os seus leitores, numa sala do mítico restaurante Lion d» Or.

2014-05-29 10.19.02.jpg
No Leão de Ouro - José Rodrigues dos Santos, jornalista e escritor, quando autografava o seu novo livro para os vários editores que estiveram com ele à conversa.
Foto  - LusoPresse

Como nos afirmou um dos presentes que tem seguido a obra do autor português desde que começaram a aparecer as traduções francesas, adora o estilo de escrita do Rodrigues dos Santos, as temáticas, mas sobretudo, sublinhou, o facto de ele tornar acessível ao comum dos leitores a atualidade científica. Por detrás do enredo, sempre palpitante, que nos obriga a passar sofregamente duma página à outra, há uma explicação dos mistérios científicos do nosso tempo, que embora numa linguagem acessível, nos faz sentir mais inteligentes. Assim como há autores que nos fazem romances para explicar a história, José Rodrigues dos Santos revela-nos a ciência, tal como ela é e não como antecipação científica como outros autores o fazem.

Perguntámos ao escritor por que razão é que este livro saiu primeiro em francês e só mais tarde sairá em português. Esclareceu-nos que tudo é devido à estratégia de marketing das editoras. Que em Portugal o lançamento da temporada literária se faz geralmente depois das férias grandes e que em França há o hábito de se fazerem lançamentos deste tipo de romances, exatamente antes das férias para deliciar os veraneantes com livros de suspense capazes de manter o leitor alerto. O livro, confiou-nos, já foi escrito há um ano, mas tem estado à espera da tradução francesa devido ao enorme sucesso que os seus livros têm tido naquele país. Do livro «La formule de Dieu» foram vendidos mais de 2,5 milhões de exemplares. Aliás José Rodrigues dos Santos é atualmente o escritor português com mais tiragens, não só em Portugal como internacionalmente.

2014-05-29 10.19.27.jpg

Arriscámo-nos a perguntar ao autor como é que ele conseguia ser tão prolífico, atendendo ao facto que continua a animar o telejornal da RTP. Avançámos a hipótese de ter um exército de pesquisadores para o apoiar na procura da matéria científica com que recheia a sua obra. Disse-nos que sim, que tinha um exército de pesquisadores… que eram os neurónios do seu cérebro e afirmou-nos que ele escreve todos os livros sem qualquer apoio de fora. Também nos esclareceu que tinha agora feito um acordo com a RTP para fazer a apresentação do telejornal só de duas em duas semanas e assim poder ter mais tempo livre para a sua obra literária.

Depois da sessão de autógrafos no Lion d’Or, José Rodrigues dos Santos foi para os estúdios da LusaQ.Tv e no fim da tarde foi entrevistado pela Radio Centre-Ville.

 

Literatura
Depois de «A Fórmula de Deus» e «O Último Segredo», José Rodrigues dos Santos, o internacionalmente aclamado escritor e pivô do Telejornal da RTP, depois de ter lançado em primeira mão mundial, em Paris, o seu novo romance «A Chave de Salomão» (La clé de Salomon), veio lançar o livro em Montreal, na semana passada, tal como tínhamos noticiado na nossa última edição.
Jose Rodrigues dos Santos.doc
no
O tempo no resto do mundo

Arquivos

Acordo Ortográfico

O que é o novo acordo?

O LusoPresse decidiu adotar o novo acordo ortográfico da língua portuguesa.

Todavia, estamos em fase de transição e durante algum tempo, utilizaremos as duas formas ortográficas, a antiga e a nova.   Contamos com a compreensão dos nossos leitores.

Carlos de Jesus
Diretor

 
LusoPresse - 2020