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Bilhete de Lisboa

Exposição «Os Czares e o Oriente…» na Fundação Calouste Gulbenkian

Por Filipa Cardoso

Quando é inaugurada uma nova exposição na Fundação Calouste Gulbenkian é quase obrigatório ir visitá-la.

Toda a atividade cultural que se desenvolve no núcleo da Fundação é de primeira categoria.

Nunca é demais lembrar que Calouste Gulbenkian, em 1942, numa escala em Lisboa a caminho de Nova Iorque adoeceu. Ficou de tal maneira agradado com a paz que se vivia em Portugal que estabeleceu residência em Lisboa, no Hotel Avis.

Morre com 86 anos mas por testamento deixa grande parte dos seus bens a uma Fundação, de direito privado e de utilidade pública, cujos fins estatutários são a Arte, a Beneficência, a Ciência e a Educação.

No dia 28 de fevereiro passado foi inaugurada a exposição «Os Czares e o Oriente – ofertas da Turquia e do Irão no Kremlin de Moscovo».

No dia da inauguração esteve presente a diretora-geral do Museu do Kremlin, Elena Gagarina, filha do cosmonauta soviético Iuri Gagarin.

Esta exposição que esteve patente em Washington, na Smithsonian Instituition, é a primeira vez que é vista na Europa.

O seu núcleo é constituído pelas ofertas aos czares, provenientes do Irão, no período safávida, e da Turquia otomana (séculos XVI e XVII) e inclui tecidos luxuosos, armas, elaborados arreios de cavalo, e riquíssimas joias.

Ao todo são 66 maravilhosas peças, todas de grande aparato, criadas para serem usadas em cerimónias oficiais. São peças opulentas mas que obrigam a ser vistas ao pormenor.

Os objetos estão magistralmente expostos numa sala escura em que as luzes, os espelhos e os reflexos transformam a sala num cofre mágico.

Mais uma vez a Fundação Calouste Gulbenkian não desiludiu, pois esta exposição, pelo esplendor dos objetos apresentados, merece ser visitada.

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