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rss  Vol. XVIII - Nº 305         Montreal, QC, Canadá - sexta-feira, 29 de Maio de 2020
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No Restaurante Bar Triângulo...

O melhor café?

Fernando Pires

Por Fernando Pires

Devo dizer que nenhum dos associados deste comércio me encomendou o «sermão» que aqui escrevo. Como não me sinto perito em qualidade de vinhos, apenas emito um apreço por um tipo de café que aprecio!

No entanto, aprecio uma pinga do Alentejo, mesmo se sou da terra do vinho verde.

Para já é a primeira vez que escrevo sobre um comércio português; não porque tenha qualquer aversão a este tipo de escrita, ou a qualquer restaurante. Pelo contrário, é sempre bom promover a nossa cozinha e os nossos produtos, e não nos devemos sentir diminuídos em fazê-lo. Neste caso, não é praticamente o restaurante como tal, mas o café, que é uma das coisas que mais aprecio, embora, evidentemente, goste de beber, sobretudo quando como bem, apreciando uma boa pinga alentejana.

É evidente que gosto de boa mesa, mas o que mais aprecio é o café; por isso me senti motivado para dar uma opinião sobre este tema.

Cafe Delfim Catalao.JPG
Delfim Catalão, no seu habitat, o bar/café/restaurante Triângulo.
Fotógrafo Jules Nadeau - LusoPresse

E porquê todo este palavreado, para lhes dizer que o expresso que tomo no café do Delfim, é do melhor que por aí há? Mas gostos não se discutem. Tudo se discute, dizia o outro! Aqui apenas me prenuncio sobre um dos cinco sentidos, que é o paladar. Um dos cinco sentidos que também faz parte daqueles que movem as nossas vidas.

Penso que me estou a alargar, mencionando o nome e a marca da qualidade do café Delta neste restaurante, mas isto é a minha opinião, que nada compromete a de outros. Também não foi o velho Nabeiro que me encomendou a conversa que aqui estou a ter convosco. Não o conheço, nem a ele nem à sua empresa. Apenas uma vez, um dia, de férias em Portugal, escutava a rádio RTP, ouvi uma entrevista com ele. Gostei da conversa deste homem empresário, coisa que é raro escutar, porque em geral muitos dos empresários só falam em negócios, e eu nisso sou nulo, talvez por isso, o meu sentido do ouvir não seja muito sensível. Ou será que este sentido continuará a me aturar? Também uma vez a Helena do restaurante Portus Calle (se a memória não me falha) falava casualmente de uma visita que fez à fábrica do Sr. Nabeiro, dizendo bem do trato e das relações que este homem tem com os trabalhadores. Da boa cantina, boas condições de trabalho que os trabalhadores aqui têm. Isso impressionou-me. Mas à parte isso, eu já antes saboreava há muito tempo esse café. Fico-me por aqui com o sabor do expresso no Delfim, e também uma palavrinha sobre o restaurante, do Delfim. Aqui come-se aquilo que se paga, noutros paga-se aquilo que não se come!

PS – Há para aí um «Tony» que esgaravata umas crónicas criticando o «velhinho» Soares. Este ousa os ter no sítio... Ele, coitado, anda sempre à cata das ideias dos outros, e alimentado pela bruxaria!

Diz-se na minha terra que velhos são os trapos!

Comunidade
Devo dizer que nenhum dos associados deste comércio me encomendou o «sermão» que aqui escrevo. Como não me sinto perito em qualidade de vinhos, apenas emito um apreço por um tipo de café que aprecio!
Restaurante triangulo.doc
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