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rss  Vol. XVIII - Nº 303         Montreal, QC, Canadá - sexta-feira, 21 de Fevereiro de 2020
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Centro Comunitário do Divino Espírito Santo de Anjou

União, Fartura, Beleza e o Amor de S. Valentim

Adelaide Vilela

Reportagem (texto e fotos) de Adelaide Vilela

Leitores, amigos, hoje procuramos navegar até às vossas casas para vos levar um pouco mais de amor, ternura e poesia. A época é propícia e como o amor não muda, aperfeiçoa-se. Depois, acabamos por festejar, a cada ano, a Festa de S. Valentim, no dia 14 de fevereiro, desde 269 d.C., após a morte injusta do sacerdote Valentin, o padre que esposava os jovens à socapa. A lenda conta que, ao pensar no amor, o santo homem perdeu a vida por desobedecer ao imperador romano. Este proibia o casamento por querer alistar, para a guerra, os homens em plena juventude, assim todos eles, solteiros, seriam obrigados a servir o exército romano. Conta ainda a bela história que certa donzela, filha de um carcereiro, fora apaixonada do dito Valentim, e que esta (dele) recebera muitas mensagens de amor.

Ora bem, o tempo dos romanos já la vai, agora sintam curiosidade em ler a nossa reportagem e tratem de descobrir os nossos pensamentos. E com as palavras do maior Vate Lusitano – Luís Vaz de Camões – quão grande é seu nome e como me orgulha divulgá-lo e enaltecê-lo:

«Amor é fogo que arde sem se ver,

Amor é ferida que dói, e não se sente;

é um contentamento descontente,

é dor que desatina sem doer.»

Adelaide Capela.JPG
capela canta à sua bela o amor de Valentim

Mais do que pensam vou entregar-me unicamente à divulgação da festa do amor no Centro Comunitário do Divino Espírito Santo de Anjou. O passo dominante da noite do dia 17, no evento da alegria foi: a união, a fartura, a beleza e o amor de Valentim!

Chegámos ao Centro por volta da 18h30, logo a D. Maria Vital, rodeada de flores, sem cerimonial e com simpatia nos ofereceu uma rosa linda e viva! Escolhemos a amarelinha, lembra-nos o sol de verão, que tanta falta nos faz no inverno. Quase como visitante centramos os olhos na elaborada e brilhante decoração da sala, uma verdadeira obra de arte a branco e vermelho. Parabéns à D. Octávia Pimentel e às Sras. Maria Pimentel e Eduarda Barbosa Almeida, que ajudaram a embelezar o jardim dos encantos, daquela noite.

Adelaide beijos.JPG

O jantar foi saboroso, servido com elegância e muito abundante. É assim que se respira confiança quando podemos beneficiar da especialidade do chefe Carlos Almeida. Desta feita, o próprio presidente e os membros da sua direção tudo fizeram para que os convivas ficassem felizes e bem jantados. Mas a festa do amor não para por aqui, abriu-se o estômago, encheu-se e logo foi necessário dar ao pé. Instantes depois, o Tony Resendes proporcionou um espaço de grande animação e entusiasmo. O seguro dá força, em plena forma parece ter acionado uma manivela em cada um dos presentes, acelerou o povo de tal maneira que seriam necessárias mais duas pistas de dança como aquela. O amigo Tony é um bom profissional e canta lindamente, mas apreciamos a ação em que coordena a partilha do seu microfone com o simpático jovem que ali se apresentou. O Kevin Moniz canta de forma natural e tem uma voz certinha e bonita. Foi a primeira vez que assistimos à sua atuação. Gostamos, por isso falamos bem, o que é um bom investimento para a prata da casa, ao contrário de muitos, que só de críticas negativas enchem o saco. Kevin desejo que vás alargando horizontes e que inoves no mundo artístico. Parabéns jovem!

Depois de uma breve visita à pista de dança, regressamos e escrevemos este simples pensamento: Realmente o amor é como um anjo bom, todos falam dele, dizem que é belo mas nunca ninguém o viu. É só Acreditar…!

Como o «Amar» de Florbela Espanca:

Eu quero amar, amar perdidamente!/ Amar só por amar: aqui... além.../ Mais este e aquele, o outro e a toda gente.../ Amar! Amar! E não amar ninguém!

Caros leitores, o homem nasce sozinho. Um dia Deus arranjou-lhe uma companheira. É… não lhes ensino nada… pois não? É que a partir daqui, da união do homem com a mulher chega o mundo, um universo com duas faces, a da guerra ou do amor.

Vamos todos escolher a face festiva da vida: a harmonia, o amor e a alegria para que as nossas vidas sejam repletas de vitalidade, de dinamismo, um exemplo de paz. Que todos os dias sejam de S.Valentim na nossa memória.

Não podemos concluir sem agradecer ao Corpo Diretivo do Centro Comunitário do Divino Espírito Santo de Anjou pela forma decisiva como realizara a festa do Dia de S. Valentim.

Bom sucesso para outras realizações festivas e sociais.

Reportagem
Leitores, amigos, hoje procuramos navegar até às vossas casas para vos levar um pouco mais de amor, ternura e poesia. A época é propícia e como o amor não muda, aperfeiçoa-se. Depois, acabamos por festejar, a cada ano, a Festa de S. Valentim, no dia 14 de fevereiro, desde 269 d.C., após a morte injusta do sacerdote Valentin, o padre que esposava os jovens à socapa. A lenda conta que, ao pensar no amor, o santo homem perdeu a vida por desobedecer ao imperador romano.
Festa S Valentim Anjou.doc
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