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rss  Vol. XVII - Nº 300         Montreal, QC, Canadá - quarta-feira, 12 de Agosto de 2020
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Com a diáspora

É preciso «criar lobby»

Leiria, Estremadura - O secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Cesário, defendeu a necessidade de «criar lobby» com a diáspora portuguesa para aumentar o investimento em Portugal e recuperar o país.

"Portugal pode orgulhar-se de conseguir reconverter setores fundamentais da nossa economia, como o calçado, o vinho e as confeções têxteis. Conseguimos porque fomos capazes de puxar por aquilo que temos de melhor. Temos de acreditar mais em nós e ser capazes de nos pormos em contacto uns com os outros, criar lobby, uma rede», referiu o secretário de Estado.

José Cesário falava no III Encontro Empresarial da Diáspora, organizado pela Nerlei - Associação Empresarial da Região de Leiria, com o apoio da Secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas.

"É com diálogo e com o esforço coletivo que iremos contribuir para a recuperação do país», acrescentou.

"Claro que temos problemas, mas o maior é o nosso individualismo, o não sermos capazes de trabalhar em equipa. Temos de ser capazes de trabalhar de forma mais articulada», defendeu ainda José Cesário, realçando a importância da diáspora.

"A experiência de sucesso nos países em que desenvolvem a sua atividade», «o conhecimento dos mercados», o «espírito empreendedor», associado à «facilidade que, sendo portugueses, têm para desenvolver a atividade e entrar em parcerias com empresas radicadas em Portugal» são «trunfos» que o presidente da CIP - Confederação Empresarial de Portugal, António Saraiva, considera que têm os empresários portugueses da diáspora.

António Saraiva referiu também a importância da Comunidade Portuguesa de Business Angels, que «efetuou 121 investimentos, em 85 start ups (empresas em fase de desenvolvimento e pesquisa de mercados) com menos de três anos, num montante global de 15 milhões de euros».

O presidente da CIP adiantou que, atualmente, a «disponibilidade existente é de mais de 37 milhões de euros», pelo que acredita que «nos próximos dois anos, o número de investimentos em start ups irá disparar em Portugal».

Para que tal aconteça, é «essencial concretizar e lançar um Fundo de Co-investimento, que alavanque os fundos que os empresários e gestores da diáspora portuguesa invistam em start ups que tenham a sua origem em Portugal».

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O secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Cesário, defendeu a necessidade de «criar lobby» com a diáspora portuguesa para aumentar o investimento em Portugal e recuperar o país.
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