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rss  Vol. XVII - Nº 300         Montreal, QC, Canadá - segunda-feira, 30 de Março de 2020
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Da janela imaginária de Luís Geraldes – Artes a perder de vista

Adelaide Vilela

Por Adelaide Vilela

 

O sol não dorme no alto da serra sem iluminar o caminho do menino que sonha lançar-se na vida como homem e como artista. Algum dia, talvez, na clareira do destino, se deixe levar por reinos apaixonantes, vadios e desça a paraíso loucos, inventados na terra, enquanto cresce e se faz homem. Apostar no futuro é acreditar numa criação capaz de potenciar recursos que ganhem percursos responsáveis e esclarecedores. Nesta composição vive a melhor estratégia para educar e preparar o jovem que necessita de preservar a sua cultura identitária: tal como com um bom projeto de vida que lhe garanta um futuro digno. Contudo, algumas inconsciências e irregularidades das famílias e também das sociedades de hoje, muitos jovens (ainda na meninice) passam a enveredar pela vida mundana fazendo com que o futuro se comprometa e fique deficiente. Quantos adicionam a desgraça à vida... antes de conseguirem levantar-se do poço vicioso e enganoso onde caíram.

Adelaide Luis Geraldes o famoso artista.jpg

Enquanto o sol bate na eira do meu pensamento, penso no menino da nossa reportagem! Evidentemente, ele soube sempre manter-se firme adotando princípios que lhe facilitassem a entrada no seu mundo criativo e artístico. Este menino é hoje um Grande Homem e tornou-se uma máquina de grandeza, em todas as fontes de mistério que o habitam! Entre o Eu dele e ele, o artista, não existe dualidade, ainda que ambos tivessem de adaptar-se a culturas diferentes, enfrentando desafios rurais e urbanos, encarando as diversidades dos costumes e das tradições de três diferentes países, desses mundos por onde passou. Afinal e contextualizando a questão, tudo o que tem feito é contributivo para o seu grande sucesso, quer como homem quer como artista. Procuramos esclarecer que este «menino» nos incentiva a escrever por ter uma atividade artística interessante a qual nos apraz evidenciar. Se formos a ver, depressa ganhou um lugar ao sol ao ponto de conquistar meio mundo e deixar marca de ouro no caminho por onde passa. Talvez tenha sido um louco – um louco de amor rumo ao sucesso – batizado pelo sol, apadrinhado pela lua, enrolado em estrelas cintilantes! O louco, amante do mundo e da natureza tornou-se um fenómeno na arte de pintar para orgulho e exemplo da pequena terra onde nasceu. Quase não tenho espaço... e talvez me faltem as palavras para classificar este Artista contemporâneo, considerado um dos maiores na arte de pintar. Somos o que pensamos. E eu penso que o Luís Geraldes foi bafejado pela sorte mas é sem dúvida um prodígio que saiu daquela pequena terra encostada à Serra do Açor, Vale da Cerdeira. Hoje, por motivos profissionais, reside na Austrália há mais de vinte anos. E daquelas longínquas terras concedeu uma entrevista ao jornal LusoPresse. Antes, porém, vamos narrar um pouco da história da sua meninice.

Adelaide mural de ceramica, 30 metros x 4 metros de altura, inaugura.jpg
Mural de cerâmica de 30 metros de comprimento... da autoria de Luís Geraldes.

Com a saudade ao rubro penso no menino irrequieto que conheci em África. A povoação onde viviam os nossos pais pertencia a uma empresa mineira, à Companhia do Manganês de Angola. O Luís fazia parte daquelas 16 famílias que se estabeleceram numa povoação do Quanza Norte, chamada Quissaquel, cerca de Salazar, Dalatando, e a tonga mineira onde trabalharam, do nascer ao por do Sol, os nossos pais. Os dias rolavam envolvidos na felicidade da nossa infância. Nada nos fazia crer que aquele sumptuoso lugar deixaria de ser Portugal Ultramarino. Com os olhos rasos de lágrimas tento esquecer o passado que agora desfila, em mim, sem dó nem piedade... Vejo correr o Lusito, Quissaquel abaixo e acima com outras crianças alegres como ele, plenamente confiantes nas próximas diabruras. Miúdos e graúdos celebravam a vida simplesmente cantada na terra amada. Em pouco tempo, tudo derrubaram para nos roubar até a vida. Esperto, ladino e lindo ali aterrou com apenas 4 anos de idade. Havia deixado o cantinho serrano que o viu nascer e seguiu para Angola com a mãe, o irmão mais velho e a irmã mais nova. Deixamos Angola para enlaçar o Luís à raiz onde nasceu, ao já citado Vale da Cerdeira, uma genuína povoação vizinha da Serra da Estrela, a mais alta de Portugal Continental.

Não é demais citar: o Luís é um pintor, um escultor um artista distinto, bem cotado e muito bem classificado a nível internacional! Ao contrário de Vincent Van Gogh, as pinceladas do Luís levam uma dose de mente sadia, inteligente e corajosa. Van Gogh, este grande génio da arte na tela, foi um verdadeiro louco ao ponto de se mutilar, fazendo ainda questão de deixar um Autorretrato da orelha cortada. Luís anda pelo mundo num constante vaivém, em boa verdade se diga, as remessas de telas que transporta e expõe fazem dele um artista moderno e atento às relações sociais que ele considera valiosas no seu quotidiano. «Considero-me um artista, situo-me nas vertentes criativas, produzo pintura, escultura, cerâmica, fotografia e obras gravadas desde a serigrafia às águas fortes». O Luís é tudo isto que afirma e nós concordamos. Estamos certos que a vida de Luís e as suas viagens na terra e na tela lhe criam um gozo infinito, o que para ele não constitui um risco, mas sim mil e um prazeres na exata fração dos seus objetivos: promover a suas obras e viver a vida ao máximo!

O Luís vive a arte no mais profundo da alma. Venha de onde lhe vier a inspiração, leva sempre uma pitada do seu íntimo sagrado que ele faz questão de partilhar com os deuses e o mundo. Isotérico ou algo misterioso este nosso Luís?! «O Espiritual na Arte, Lipsey (1987: 31) afirma que a espiritualidade «é uma incursão vinda de cima ou das profundezas mais íntimas, à qual o ser humano normal que existe dentro de cada um de nós se pode apenas render». Haftman (1968: 45) complementa esta afirmação dizendo: A conceção da imagem como peça documentativa em que o artista grava a sua profunda experiência do cosmos... é o elo entre o homem e o seu mundo exterior».

Este nosso artista é um Leonardo da Vinci dos tempos modernos, o único senão é que, enquanto o pintor renascentista pintava as virgens Da Rocha, Benois, as de Granada ou as do Cravo, no papel ou na madeira o Luís pensaria em conversar com elas e logo as levaria a passear no bosque com os animais que tanto ama e estima. Depois... oh! Sairiam de lá todas senhoras. Monalisas então não lhe faltam, são aos milhares no facebook. Descobri que a fotografia de um dos muros de azulejos, de uma estrada principal, na Austrália, recebeu à volta de 8 mil comentários. Pudera, o dito quadro mede 200 metros e foi pintado pelas mãos de fada do «Da Vinci moderno», Luís Geraldes!

Sabemos quem é o artista mas desconhecemos o seu percurso académico, aqui ficam algumas luzes que alumiaram o caminho deste real cidadão do mundo.

Luís Geraldes graduou-se no IADE, Lisboa, a Creative University em Art e Design. Em Portugal, cedo e em paralelo desenvolveu a carreira artística e académica. Tendo lecionado em Portugal na escola secundária Sebastião e Silva em Oeiras e na técnica Campos de Melo, na cidade da Covilhã, cansado da situação política em Portugal, chegou à cidade de Melbourne na Austrália em outubro de 1985. Em Melbourne, ao longo dos anos, equipou-se com uma pós-graduação em educação, outra pós-graduação em artes visuais e um mestrado em pintura pela Monash University. Encontra-se agora a concluir o doutoramento em artes com um estudo comparativo entre ciência e religião. Em Melbourne lecionou, entre outras instituições superiores tais como Western Instituto e o Central Gippsland, num dos mais prestigiados Institutos da Austrália, o RMIT, Royal Melbourne Institute of Technology.

LP: Consideras-te um artista português? 

Tenho Portugal no coração como artista, Portugal é o país que me viu crescer, independentemente do lugar onde cresci (Angola) e do lugar onde vivi durante 30 anos (Austrália). Hoje dividido entre a Europa e a Oceânia, considero-me um artista de origem latina.

LP: Porquê pintar e não escrever ou realizar outra atividade?

Considero-me um artista, situo-me nas vertentes criativas: produzo pintura, escultura, cerâmica, fotografia e obras gravadas desde a serigrafia às águas fortes. Para além disso, tenho uma considerável obra poética em arquivo e toco em tudo o que posso no campo das artes criativas.

LP: Um artista plástico desenha antes de pincelar ou não?

O desenho é fundamental e faz parte da elaboração da obra, independentemente se é feito diretamente na tela ou se é previamente concebido, se é feito com o pincel ou outros materiais.

LP: Como entendes ou defines a arte de pintar?

A arte aceitou uma missão especial em praticamente todas as culturas pré-industriais: retratar o sagrado... é o domínio do oculto e consequentemente da revelação. A espiritualidade emerge de uma tradição histórica profunda que personifica a sua própria linguagem e sabedoria e que é estudada a partir dos ensinamentos e práticas esotéricas. Wassily Kandinsky, Paul Klee e outros artistas do início do século XX, tinham adotado uma abordagem ao espiritual, paralela aos processos associados às práticas da sociedade teosófica.  Lipsey (1987: 34) sublinha o impacto da teosofia quando afirma que «a Teosofia deu origem a uma linguagem visual que se tornou corrente no século XX».

LP: Qual é o espírito que incutes ou incluis nos teus quadros?

Nos meus quadros, tento incluir o espiritual estabelecendo um sentimento de diálogo entre cinco quadros diferentes, dentro de um só quadro. As várias divisões capturam «fragmentos do tempo». As divisões permitem-me incorporar um labirinto de símbolos – mandalas, mapas do sistema cósmico, ovos cósmicos, átomos e explosões cósmicas – para dar ao público um sentimento de «ressonância espiritual». A ciência abunda na arte. A rota das partículas subatómicas, as formas que os artistas associam à geometria quântica, a miríade de imagens que encontramos nas notícias sobre os avanços da fertilização in vitro, ou os avanços científicos na área da genética, as imagens majestosas e de cortar a respiração que nos são transmitidas pelo telescópio Hubble ou os diagramas, agora tão comuns, do desenvolvimento do embrião, são como combustível para o meu motor artístico. A ciência produziu uma verdadeira mina de imagens novas e entusiasmantes, para os artistas que tentam capturar o esotérico.

LP: Consideras-te um artista esotérico ou sentes que deves prestar homenagem a alguns povos, costumes ou religiões?

Os artistas que se preocupam com a espiritualidade, adotam uma variedade de estratégias para comunicarem o seu sentido de espiritualidade. Alguns prestam homenagem ao tradicional e utilizam conhecidos símbolos «orientais» ou «ocidentais», para evocar o espiritual. Outros, utilizam símbolos, marcas, sinais ou indícios retirados de crenças ancestrais, para compreenderem as forças espirituais desconhecidas por detrás das causas e efeitos do Universo.

LP: És um artista plástico virado para a diáspora portuguesa ou preferes partilhar a tua arte no País onde vives e com o povo que adotaste?

A minha arte possui códigos universais, não me sinto artista de algum lado mas assumo características universais.

LP: Um artista português é ou não apoiado pelo governo do seu país de origem ou pelo Consulado luso no País de acolhimento?

Não, são poucos os casos em que estes organismos apoiam os artistas a viver fora do Pais. Os órgãos políticos são ninhos de ratos que só olham para o seu umbigo.

LP: No teu caso tens ou não apoio, como português, dos órgãos de comunicação lusos aí na Austrália e pelo mundo além? 

Indiscutivelmente tenho tido o apoio da Comunicação Social. E estou muito agradecido pelo terem sabido reconhecer a minha contribuição artística, no global.

LP: Em galerias de arte ou simplesmente em exposições, tens encontrado dificuldades ao longo dos anos, na vida profissional e artística?

Existem casos pontuais, mas também existe muito sigilo em relação ao que deveria ser transparente, tal como competições, trabalhos públicos, exposições coletivas etc.

LP: Já te surgiram sentimentos de tristeza, revolta, desânimo, vazio, desagrado, descontentamento que te provocassem desencontros negativos, adentro de ti, ao pintar alguma tela?

São esses os momentos que provocam uma grande criatividade, produzindo boas obras… não necessariamente as mais comerciais.

LP: Já te sucedeu sonhar, gritar de alegria e depois da euforia pintar e pintar?

Certamente que o pico da criação esta associado a extremos.

LP: O que saiu desse ou desses momentos?

Grandes obras, como por exemplo a série do Black Saturday.

LP: Quem é e como é o Luís Geraldes como artista? Quando pintas, de dia ou de noite? Como te inspiras? De onde saem essas tuas cores garridas e porquê? 

Eu sou um ramo de flores selvagens que mistura aromas variados.

O trabalho em estúdio não cai do céu aos trambolhões já feito, nem emerge do nada. Direta e indiretamente, o artista inspira-se nas suas experiências pessoais, memórias e sentimentos pelo tópico a ser tratado. O produto da imaginação está indelevelmente ligado à vida, ao historial pessoal que influenciaram e moldaram a minha imaginação artística.

LP: Qual é o verdadeiro estilo, ou tens mais do que um: amas a arte moderna, abstrata ou também aprecias o classicismo e outros estilos?

Gosto da boa arte, independentemente do artista, corrente estética, ou prestigio.

LP: Dos tempos remotos qual o pintor que mais te inspira ou te inspira? 

Existem vários artistas ou fragmentos de obra de artistas que alertaram para a maturidade da obra de arte. Posso incluir neste novelo o Goya pelo paralelismo do sagrado com a série negra que o glorificou…e o classicismo da sua obra para agradar às cortes… O Picasso pela intensidade, diversidade e risco que assumiu durante o seu percurso. Contudo, são os gigantes da arte rupestre com as gravuras mágicas que nos restam da idade da pedra que me impressionam. Os quadros representam a necessidade de nos fundirmos com a força das mais recentes descobertas e sabedoria que os cientistas adicionaram aos conhecimentos da raça humana, em comparação com a sabedoria ancestral de gerações de astrónomos esotéricos. Estou a tentar transmitir um conhecimento da consciência – capturando as influências científicas, espirituais e ambientais que moldam a nossa compreensão do consciente…

LP: Quem são os teus potenciais compradores?

Anónimos, Instituições e amigos de todo o mundo que me contactam ou que compram diretamente às galerias de arte com quem trabalho.

LP: Quando te sentes cansado das tuas lides como buscas as tuas forças?

Refugio-me na meditação e caminhadas silenciosas por parques naturais.

LP: Luís como te sentes, um artista ou um simples cidadão?

Um artista com responsabilidades de cidadão. Um Cidadão com responsabilidades locais, um artista e cidadão mas a pensar globalmente.

LP: Sabemos que és professor: qual é a área que ensinas?

Ensinei Arte a nível universitário desde pintura a cerâmica passando pela escultura e desenho. Respondendo às necessidades do departamento Artístico da Faculdade. Agora já há uns anos que sou artista a tempo inteiro, e que me divido entre continentes, espalhando a obra por colecionadores um pouco por todo o lado.

LP: Como lidas com o sucesso? 

Sou uma pessoa simples e humilde, o sucesso não me preocupa, continuo a criar e a produzir arte para uma audiência universal, sem ter em consideração quem são os compradores e o que pensam de mim.

LP: Quais foram as obras maiores que realizaste e em que países se podem visitar?

As maiores foram na Austrália, especificamente dois murais de cerâmica com 200 metros quadrados, podem ser vistas na Audley Street em Petersham, Sydney, Austrália.

LP: Gostas da natureza e dos animais, facilmente te vemos entre os bichos sem receios alguns, qual a razão desse apego e o porquê de tanta ternura por esses seres da Terra?

Fazemos todos parte de um eco sistema universal, a Fauna e Flora merecem o mesmo respeito que os nossos semelhantes, somos todos primos na cadeia do desenvolvimento cósmico. Obviamente está dentro de nós a ternura, afetividade e o respeito por todos os seres vivos, assim sendo só temos que aplicar esta lei e com ela viver para que possamos da melhor maneira contribuir para a sustentabilidade planetária.

LP: Há em ti algum sentimento de orgulho e de pertença à bandeira e à Nação Portuguesa? Confesso que sou muito latino e tenho orgulho de ser português, contudo… o desânimo das incompetências governativas ao longo do tempo remeteu-me ao silêncio neste tópico e tem contribuído para uma cidadania universal.

LP: O que deixas como conselho, ideias ou opinião aos jovens que desejam realizar os seus sonhos e sintam alguma dificuldade ou talvez medo? 

Cada um de nós deve seguir o seu sonho, mesmo que tenha que enfrentar tempestades, a realização pessoal passa por conquistar o sonho do nosso ego – aquele que nos conduz à satisfação e à felicidade interna!

Nesta reportagem o leitor encontrou uma parte da vida e da obra deste nosso compatriota. Um cidadão do mundo que chegou à Austrália em 1985, mas não se contentou com o que viu, decidiu ir à luta e venceu. Hoje é conhecido pelo que foi, pelo que faz e pelo que continua a realizar. A história da vida dele não se resume por ser banal e fraca, fala-se do Luís Geraldes porque sabe partilhar sonhos e afetos, mas sobretudo por ter dado a conhecer ao mundo inteiro o seu nome e as suas Artes. Um orgulho para a comunidade portuguesa da Austrália.

Aqui deixamos assinalado o nome do Luís Geraldes, mais um filho de Portugal de Grande Mérito.

Caros leitores, descubram Luís Geraldes através destes contactos:

AUSTRALIA STUDIO:  Melbourne, Victoria 3000, AUSTRALIA

Telefone Austrália: 61 411401738

PORTUGAL ESTÚDIO: Belas Clube de Campo 2605-200, PORTUGAL

Telefone Portugal: 351914543842

www.facebook.com Email: Lgeraldes@gmail.com

Entrevista
O sol não dorme no alto da serra sem iluminar o caminho do menino que sonha lançar-se na vida como homem e como artista. Algum dia, talvez, na clareira do destino, se deixe levar por reinos apaixonantes, vadios e desça a paraíso loucos, inventados na terra, enquanto cresce e se faz homem.
Da janela de Luis Geraldes.doc
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