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rss  Vol. XVII - Nº 297         Montreal, QC, Canadá - quinta-feira, 27 de Fevereiro de 2020
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Sobre o Acordo de Livre-circulação

Ministro Ed Fast fala para os étnicos

Norberto Aguiar

Por Norberto Aguiar

Quarta-feira, dia 24 de outubro último, o ministro canadiano do Comércio Internacional esteve de passagem em Montreal para explicar junto dos representantes de todos os setores da indústria do Quebeque o Tratado de Livre-circulação de Bens e Serviços entre o Canadá e a União Europeia, assinado recentemente pelo primeiro-ministro Stephen Harper e por José Manuel Barroso, presidente daquela instituição.

Poucas semanas depois do Acordo, a retificar em 2014, a verdade é que já começam os contratempos, com alguns países a ameaçarem de que boicotarão o Tratado se as suas reivindicações não forem atendidas. Está particularmente neste caso a Roménia, que protesta contra o Canadá pelo facto de não permitir que os seus cidadãos possam entrar neste país sem visa. Também a República Checa e a Bulgária padeciam do mesmo problema. Padeciam, porque na última semana, o Canadá decidiu anular aquela obrigação aos checos, ficando assim a Bulgária, menos reivindicativa, a par da Roménia. Os representantes diplomáticos deste último país, no Canadá, têm, de resto, aparecido nos meios de Informação canadianos a dar conta de tal injustiça, afirmando que não se ficarão por simples protestos.

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Ministro Ed Fast quando falava para os jornalistas étnicos.
Fotógrafo  - LusoPresse

Depois do encontro com os industriais quebequenses, quase unânimes nas vantagens de um tal acordo, o ministro Ed Fast marcou encontro com meia dúzia de jornalistas oriundos das comunidades para lhes dar conta do Acordo Canadá – União Europeia. A reunião teve lugar no Gabinete Regional dos Ministros, na Velha Montreal, mais precisamente na Place d’Youville, antiga praça onde chegou a funcionar o Parlamento do Canadá.

Em ambiente informal, onde até houve fotografias individuais ministro/jornalista, a reprovar nestas situações, pois há sempre a possibilidade de que os jornalistas percam credibilidade, o ministro do Comércio Internacional Canadiano explanou em traços gerais o que era o Acordo e quais as vantagens que trazia para o Canadá e para o Quebeque. Neste particular, a província ganhará galões, tal como as restantes províncias canadianas, por passar a poder exportar os seus produtos para um aglomerado de países cuja população atinge os 500 milhões de pessoas. «É o maior e mais importante acordo comercial jamais conseguido pelo Canadá», diria o ministro.

Concretamente, o Quebeque beneficiará da «supressão dos direitos de impostos atualmente requeridos pela União Europeia sobre toda a maquinaria e outros equipamentos»; terá «um melhor acesso ao setor dos serviços profissionais»; beneficiará de «regras mais previsíveis para os seus investimentos»; e terá possibilidades de novos mercados para os seus produtos agrícolas e agroalimentares».

Ed Fast também se referiu às vantagens que todas as outras províncias encontrarão no Acordo que levou várias anos a maturar. «De facto, é todo o país que beneficiará».

Depois da sua ligeira mas eficaz apresentação, o ministro pôs-se à disposição dos Média presentes. Aqui, sobressaiu a intervenção do representante romeno, que não deixou de fazer saber ao ministro as preocupações da sua comunidade em relação ao comportamento do seu governo. Ed Fast tentou, sem conseguir? convencer o jornalista romeno de que o tempo arranjará as coisas.

Política Canadiana
Quarta-feira, dia 24 de outubro último, o ministro canadiano do Comércio Internacional esteve de passagem em Montreal para explicar junto dos representantes de todos os setores da indústria do Quebeque o Tratado de Livre-circulação de Bens e Serviços entre o Canadá e a União Europeia, assinado recentemente pelo primeiro-ministro Stephen Harper e por José Manuel Barroso, presidente daquela instituição.
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