logo
rss  Vol. XVII - Nº 296         Montreal, QC, Canadá - sexta-feira, 05 de Junho de 2020
arrowFicha Técnica arrowEstatutos arrowPesquisar arrowContactos arrowÚltima hora arrowClima arrowEndereços úteis
Partilhe com os seus amigos: Facebook

Bilhete de Lisboa

Praça do Comércio

Por Filipa Cardoso

A Praça do Comércio, também conhecida por Terreiro do Paço, foi este verão certamente um dos locais mais visitados de Lisboa.

Esta Praça é uma das maiores da Europa com cerca de 36 000m2 (180m x 200m) e ao longo dos anos tem vindo a conquistar o lugar de destaque que merece pois é sem dúvida a porta de entrada para a cidade de Lisboa.

No centro da Praça podemos admirar a estátua equestre de D. José, de 1755, recentemente restaurada a expensas do World Monuments Fund, pelo valor de 490 mil euros. O monumento da autoria de Machado de Castro tem 14 metros de altura e a estátua mede quase 7 metros. A estátua foi transportada por mais de mil homens que demoraram três dias e meio a puxar o carro entre o Arsenal e o Terreiro do Paço.

Consta que os pombos não pousam na estátua porque têm medo das cobras (sob os pés do cavalo) que pretendiam simbolizar os inimigos do rei.

Também nesta Praça, mas no Torreão Poente, podemos visitar uma interessante exposição «A Última Fronteira – Lisboa em Tempo de Guerra». Na base desta mostra está o livro «Lisboa, uma Cidade em Tempos de Guerra», da autoria de Margarida Magalhães Ramalho, que em conjunto com António Mega Ferreira, é responsável pelo comissariado da exposição. A exposição está dividida em 12 núcleos que atravessam as várias salas do edifício e que mostram fotografias e cartazes publicitários, mobiliário comercial, doméstico e urbano, maquinaria de comunicação e filmes que ilustram o horizonte de esperança que Lisboa desempenhou, ao tempo da Segunda Guerra Mundial.

O acesso público ao topo do Arco da rua Augusta também se tornou uma realidade.

Este Arco, de autoria de Veríssimo José da Costa, foi concluído em 1875. Na parte superior podemos admirar umas esculturas de Anatole Calmels que representam a Glória coroando o Génio e o Valor. No plano inferior temos Nuno Alvares Pereira, Viriato, Vasco da Gama e o Marquês de Pombal do escultor Victor Bastos.

Para se alcançar o topo do Arco há um elevador que nos leva até à Sala do Relógio (relógio que foi executado por Manuel Francisco Cousinho).

Neste piso há uma exposição com a história do Arco, da autoria do Prof. Sarmento de Matos. A partir desta sala temos que subir cerca de 40 degraus para se atingir o terraço.

No terraço temos uma vista deslumbrante, de 360º de parte significativa de Lisboa.

Esta obra foi suportada pela Associação de Turismo de Lisboa com um custo de 950 mil euros.

No lado nascente desta praça vamos encontrar uma série de restaurantes com fantásticas esplanadas. Num dos restaurantes é possível visitar um núcleo museológico da História da Cerveja nos Países Lusófonos.

Para terminar, no Torreão Nascente, podemos tomar parte no Lisboa Story Center que é um centro de interpretação interativo dedicado à história de Lisboa.

Bilhete de Lisboa
A Praça do Comércio, também conhecida por Terreiro do Paço, foi este verão certamente um dos locais mais visitados de Lisboa.
Bilhete de Lisboa.doc
no
O tempo no resto do mundo

Arquivos

Acordo Ortográfico

O que é o novo acordo?

O LusoPresse decidiu adotar o novo acordo ortográfico da língua portuguesa.

Todavia, estamos em fase de transição e durante algum tempo, utilizaremos as duas formas ortográficas, a antiga e a nova.   Contamos com a compreensão dos nossos leitores.

Carlos de Jesus
Diretor

 
LusoPresse - 2020