logo
rss  Vol. XVII - Nº 282         Montreal, QC, Canadá - sexta-feira, 23 de Outubro de 2020
arrowFicha Técnica arrowEstatutos arrowPesquisar arrowContactos arrowÚltima hora arrowClima arrowEndereços úteis
Partilhe com os seus amigos: Facebook

Em novos projetos culturais

Ricardo Silva continua a sua aposta

O Presidente da Câmara Municipal da Ribeira Grande, Ricardo Silva, inaugurou ontem o Museu Vivo do Franciscanismo, nas instalações da Igreja dos Frades, consagrada a N.ª Sra. da Guadalupe.

A obra orçada em cerca de 420 mil euros, candidatada ao Proconvergência, é o sinónimo da execução acérrima de uma política cultural que tem dotado o concelho da Ribeira Grande de espaços e estruturas, que o colocam no mapa das mais importantes rotas culturais dos Açores.

Ricardo Silva agradeceu a todos os que contribuíram para a realização desta obra, nomeadamente, ao Governo Regional representado na cerimónia pelo seu Presidente, Dr. Vasco Cordeiro, aos investigadores, ao Arquiteto Filipe Carneiro do gabinete de arquitetura e design – Triplinfinito Lda., criador desta magnífica obra, pelo seu empenho, dedicação e novo design atribuído a este projeto, e que é também responsável pela obra de remodelação do Museu da Emigração, e a todos os que estiveram presentes ou virão mais tarde, na esperança que este espaço se torne um «espaço vivo, digno de memória e um marco cultural sem par na nossa região».

O Presidente da autarquia referiu também que a CMRG está «mobilizada para os novos projetos culturais que possam ter lugar, nos próximos tempos, como é o caso da Biblioteca Municipal e a Casa do Município».

Açores
O Presidente da Câmara Municipal da Ribeira Grande, Ricardo Silva, inaugurou ontem o Museu Vivo do Franciscanismo, nas instalações da Igreja dos Frades, consagrada a N.ª Sra. da Guadalupe.
Em novos projetos culturais.doc
yes
O tempo no resto do mundo

Arquivos

Acordo Ortográfico

O que é o novo acordo?

O LusoPresse decidiu adotar o novo acordo ortográfico da língua portuguesa.

Todavia, estamos em fase de transição e durante algum tempo, utilizaremos as duas formas ortográficas, a antiga e a nova.   Contamos com a compreensão dos nossos leitores.

Carlos de Jesus
Diretor

 
LusoPresse - 2020