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rss  Vol. XVI - Nº 256         Montreal, QC, Canadá - quinta-feira, 25 de Fevereiro de 2021
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Na celebração do esporte e da língua portuguesa nos 15 anos do LusoPresse

Pauleta entusiasmou as 450 pessoas presentes!

Ana Paula Burg

Reportagem de Ana Paula Burg

 

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Sara Franco, elegância, presença e muito talento. Uma bela descoberta para muitos presentes na sala
Foto: LusoPresse

A festa de aniversário do LusoPresse, no dia 26 de novembro, começou mais tarde do que o previsto, mas foi por uma boa razão: o número de pessoas surpreendeu a organização, que na última semana do evento vendeu cerca de 35% dos convites disponíveis. O dinheiro arrecadado com os bilhetes, como se sabe, será destinado à Fundação Pauleta e à criação de um Fundo de Apoio aos jovens desportistas da comunidade.

 

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Paulo Ramos, o mais consagrado cantor brasileiro de Montreal
Foto: Benjamim Pimentel

A elegante sala do Château Princesse, vestida de preto e branco, recebeu primeiro os convidados. Depois esperou, silenciosa, enquanto o editor do jornal, Norberto Aguiar, e o diretor, Carlos de Jesus, anunciavam a programação da noite. Ouviu muitos aplausos na entrada do jornalista da RTP-Açores, José Francisco Silva, e «vivas» na entrada do jogador Pauleta. Misturaram-se línguas e sotaques de diferentes regiões, origens e descendências, mas o que mais se ouviu ao longo da noite foi a nossa pátria-mãe, a língua portuguesa - nos discursos e também nas conversas ao redor das mesas.

Após as apresentações, iniciou-se o jantar e a Bossa Nova embalou o começo de noite na voz encantadora de Paulo Ramos, artista brasileiro com a missão de representar a diversidade na lusofonia: «É um prazer participar desta festa e celebrar a lusofonia», disse o cantor. Na sequência a esplêndida voz de Sara Franco arrancou mais «vivas» da plateia, ora surpreendida ora emocionada pelo talento da jovem luso-descendente. «Que continuem a celebrar nossa língua no jornal LusoPresse», declarou depois, a cantora, aos leitores do jornal. Mais discursos, pratos e música se revezaram até à meia-noite.

Finalizadas as homenagens aos merecidos «melhores desportistas da comunidade» (mais informações na reportagem de Norberto Aguiar), o assédio ao jogador Pauleta, que até então estava contido, não tardou. Bolas, camisolas e pedacinhos de papel serviram para o autógrafo. Flashes, beijinhos e abraços pareciam não ter fim. Muito simpático, o jogador atendeu a todos (a alguns até mais de uma vez), deu entrevistas, trocou ideias.

Enquanto aguardavam por um encontro com Pauleta muitos apreciaram a exposição das camisolas (ou camisetas, como diríamos no Brasil) das equipes de futebol que existiram na comunidade. Exposição que foi fruto do empenho e dedicação dos que saíram «à caça» das antigas equipas para coletar as «relíquias». Se a ideia do LusoPresse era dedicar o dia do 15º aniversário ao desporto a grande recompensa é saber que o futebol do passado ainda embala histórias, escondidas na memória de jogadores ou torcedores que passeavam pelo local. Prova de que o esporte ainda é vínculo e partilha.

Belos 15 anos, LusoPresse!

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