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rss  Vol. XV - Nº 235         Montreal, QC, Canadá - sexta-feira, 21 de Fevereiro de 2020
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Parquímetros do Plateau

Comerciantes descontentes

 

parcometres montreal

LusoPresse - Circula na comunidade, e noutras zonas do Plateau, um abaixo-assinado de protesto pelas modificações várias que a Junta de Freguesia do Plateau Mont-Royal, dirigida na sua totalidade por políticos oriundos do Projet Montréal, quer implementar a partir do mês de janeiro de 2011. E essas transformações várias foram apresentadas aos jornalistas e comunidade local em geral no passado dia 28 de outubro. A partir daí, os protestos começaram, para se virem a intensificar nos últimos dias, com manifestações em vários locais, mesmo diante da Câmara Municipal.

Com as modificações previstas pela equipa chefiada pelo «maire» Luc Ferrandez, a Freguesia recuperaria seis milhões de dólares de maneira a pagar a dívida que existe de quatro milhões, ao mesmo tempo que poderia encaminhar o restante montante para a criação ou renovação de infraestruturas.

Quem não está de acordo com isso, são os residentes e comerciantes locais, os principais prejudicados, que terão de pagar três dólares por hora no que aos parquímetros diz respeito. Haverá mais 600 novos parquímetros na zona e o alargamento do horário de estacionamento até à uma hora da manhã, já para não falar na eliminação de 1500 espaços de estacionamento até 2013.

Para justificar este procedimento, Luc Ferrandez invoca o programa do seu Partido, dizendo que «Não estamos a fazer mais do que aquilo que prometemos antes de sermos eleitos». Mas porque os protestos são muitos, há a impressão de que a Junta poderá recuar, se não em todos os seus itens, pelo menos em alguns.

E enquanto dura a «guerra» entre o elenco da Freguesia e os comerciantes da rua St-Denis, do Boulevard St-Laurent e da Avenue Mont-Royal, os nossos leitores têm a possibilidade de assinarem a petição que circula em todos os comércios portugueses da Comunidade, ou quase. É que está em jogo muita coisa!

O tempo no resto do mundo

Acordo Ortográfico

Apesar das resistências encontradas na imprensa portuguesa em geral, o LusoPresse decidiu adoptar o novo acordo ortográfico da língua portuguesa pelas razões que já tivemos a oportunidade  de referir noutro local.

Todavia, estamos em fase de transição e durante algum tempo, utilizaremos as duas formas ortográficas, a antiga e a nova.   Contamos com a compreensão dos nossos leitores.
 
Carlos de Jesus
Diretor

 
LusoPresse - 2020