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Ano  XII - Nº 185 Montreal, 17 de Julho de 2008 Notícias e comentários da comunidade lusófona
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Para o bom samaritano que nos acaba de informar sobre algumas das coisas que se estão a passar ao nível do Bairro Português e do Parque dos Açores. É que apesar da comunidade em geral estar muito interessada nos dois projectos, as informações sobre aquelas novas estruturas comunitárias estão ficando muito «interiorizadas», isto é, estão ficando com quem as conhece, mesmo se não há razões para secretismo...

Não fosse o tal bom samaritano, que de certa maneira também domina o que se passa, e «Olho Comunitário», que também deveria conhecer alguns desses «negócios» por lá ter alguns amigos, nada sabia...

Assim, este vosso amigo servidor tem conhecimento que os nomes dos poetas e escritores portugueses já não vão ficar inscritos no solo dos passeios – que era uma parvoíce de gente «bem pensante» – mas sim nas costas dos bancos a instalar ao longo da Saint-Laurent. Parece que outra alteração foi o ajuntamento de mais dois nomes de personalidades açorianas à lista já existente. É que, como todos sabem, naquela lista só havia o nome da poetisa e escritora Natália Correia, o que era (é) aberrante e só possível por que no leque dos escrutinadores não houve nenhum açoriano!...

Outra novidade que «Olho Comunitário» obteve, (obrigado, bom samaritano!), é que as inaugurações estão previstas para domingo, 5 de Outubro, dia da implantação da República em Portugal.

Como vêm, caros leitores, «Olho Comunitário» está sempre bem informado.


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Para o caso que vem a seguir.

Amigo desta coluna, pelo menos enquanto o visado não for ele, contactou alguém deste jornal para contar que a SATA, que, diz ele, «está aí para ajudar os açorianos», não foi muito meiga na relação com uma família passageira que, tendo um elemento que adoeceu repentinamente e por isso sendo internado num hospital, não pôde viajar na altura própria. Esse impedimento, que o nosso interlocutor considera justificável para que a SATA procurasse um acordo com aquela família, julga-se que à volta de cinco pessoas, não foi sequer admissível, deixando a família, e a agência de viagens à beira de um ataque de nervos...

Para o leitor que chegou até nós por intermédio de uma terceira pessoa, esta atitude da SATA não tem justificação, sobretudo por que «se tratava de um caso de força maior», protestou indignado.

«Olho Comunitário», que nestas coisas tem de estar ao corrente dos regulamentos para dar a informação correcta, contactou um agente de viagens amigo e o que foi que ele nos disse? Que «a SATA actuou como mandam as regras internacionais». Disse-nos ainda mais o nosso contacto. «É por isso que existe um seguro que determina que se uma das pessoas que vai viajar adoecer, ela (ou elas, as pessoas) será reembolsada na totalidade do bilhete».

Aqui fica expressa a situação global do caso.




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