logo
rss  Vol. IX - Nº 129         Montreal, QC, Canadá - sexta-feira, 23 de Outubro de 2020
arrowFicha Técnica arrowEstatutos arrowPesquisar arrowContactos arrowÚltima hora arrowClima arrowEndereços úteis
Partilhe com os seus amigos: Facebook

Sérgio Ávila, Vice-presidente

Governo aposta nas ligações às comunidades açorianas

 

O vice-presidente do Governo Regional dos Açores, Sérgio Ávila, destacou, sábado, dia 5 de Novembro, em Toronto, a aposta do executivo no apoio a projectos que «promovam e destaquem as ligações entre as diversas comunidades açorianas e os Açores».

Intervindo no jantar de gala do aniversário da Casa dos Açores do Ontário, Sérgio Ávila salientou que a aposta nessas ligações através de comunicações, estudos, artes e manifestações de cultura insular visam «a co-responsabilização das entidades promotoras e o propósito de preservar, com a sua divulgação, a cultura e a identidade açorianas».

«E, neste contexto, é fundamental o papel desempenhado pelas associações que, de forma abnegada e voluntária, muito têm contribuído para a preservação e para a projecção dos Açores, quer junto das nossas comunidades, quer junto dos cidadãos dos países de acolhimento», afirmou.

O governante acrescentou, a propósito, que «sem esse trabalho, quantas e quantas vezes feito em condições difíceis e com escassos meios, os Açores de hoje não seriam como são».

Sobre a Região Autónoma em particular, frisou que está «muito diferente, para melhor» pela obra iniciada, vai para dez anos, pelo executivo açoriano, com a abertura da nossa sociedade ao exterior «o que permitiu criar novas expectativas, dinamizar a economia, estimular a esperança e a confiança das nossas gentes».

Segundo Sérgio Ávila, tem sido feito, ao longo destes anos, «um enorme esforço de modo a garantir a estabilidade e o equilíbrio das finanças regionais, invertendo a tendência de aumento sistemático da dívida pública, que conseguimos reduzir para menos de metade».

Salientou que foi igualmente garantida a sustentabilidade financeira da Região e, «fruto de uma política de extremo rigor orçamental, libertámos verbas que se destinaram a apostar, de forma determinada, no desenvolvimento de políticas sociais que permitam continuar a melhorar a qualidade de vida de todos os açorianos».

O vice-presidente do executivo apontou, como prova disso, o facto dos Açores terem a taxa de desemprego mais baixa de todo o país e terem deixado, em 2003, de ser a região mais pobre de Portugal, ultrapassando a Região Norte e igualando a Região Centro.

Destacou, ainda, que, em 2003, os Açores aumentaram a distância para a Região Norte e ultrapassaram a Região Centro em termos de PIB per capita, afirmando-se «cada vez mais como uma das regiões do país com maior desenvolvimento e crescimento económico».

Sérgio Ávila referiu, também, que o investimento privado sustentado e com viabilidade económica é a «grande aposta no crescimento» dos Açores que «hoje são seguramente uma terra de oportunidades, para investir, para educar e formar os mais jovens e para usufruir a justa recompensa quando termina a nossa vida de trabalho».

O vice-presidente do Governo participou no jantar de gala de aniversário da Casa dos Açores do Ontário, destinado igualmente, a recolher fundos para a construção da nova sede desta associação da comunidade açoriana daquela província, em representação do chefe do executivo açoriano, Carlos César, tendo, ainda, reunido domingo com a Liga de Associações e Clubes Açorianos do Canadá. Na segunda-feira, Sérgio Ávila teve um encontro com responsáveis do sindicato Universal Workers Union.

Açores
O vice-presidente do Governo Regional dos Açores, Sérgio Ávila, destacou, sábado, dia 5 de Novembro, em Toronto, a aposta do executivo no apoio a projectos que «promovam e destaquem as ligações entre as diversas comunidades açorianas e os Açores».
Sergio vila.doc
 
no
O tempo no resto do mundo

Arquivos

Acordo Ortográfico

O que é o novo acordo?

O LusoPresse decidiu adotar o novo acordo ortográfico da língua portuguesa.

Todavia, estamos em fase de transição e durante algum tempo, utilizaremos as duas formas ortográficas, a antiga e a nova.   Contamos com a compreensão dos nossos leitores.

Carlos de Jesus
Diretor

 
LusoPresse - 2020