No Quebeque e Canadá
Vinhos portugueses cada vez mais procurados
LusoPresse, repórter

Mais no Quebeque, menos no Canadá, os vinhos portugueses continuam em alta, como prova a afluência de público, de todas as origens, que demandaram ao grande salão do requintado Hotel Hyatt Regency, no interior do Complexe Desjardins, no centro da cidade, quarta-feira passada.

Em primeiro plano, Daniel Resende, da Vinaction, e Vítor Dias,  do  Café Ferreira

Com organização conjunta da Weber Shandwich Worldwide, representante canadiana do Instituto de Vinhos do Douro e do Porto, e do ICEP, com sede em Toronto, teve lugar a quinta edição do Salão Nacional (Canadá) de Vinhos do Douro e do Porto. O certame contou com a presença dos melhores vinhos de marcas portuguesas do género, muitos com representações montrealenses e quebequenses, algumas até de origem portuguesa. Neste último caso marcaram acto de presença a Alivin, a Réseau International Global, inc. e a Vinaction. No total foram 24 firmas que expuseram vinhos portugueses do Douro e do Porto. Por outro lado, as marcas que circularam no salão do Hyatt Regency ascenderam a 47, das mais reputadas, como sejam as Adriano Ramos Pinto (Mondia Alliance), Caves Aliança (Elixirs, Vins & Spiritueux), Quinta da Aveleda (François Fréchette), Graham’s (Le Marchand de Vin), Ferreira (Société Commerciale Ville-Marie), Poças (Châteaux et domaines), Offley (Charton-Hobbs), e Casa Santa Eufêmia (Alivin), J. H. Andresen (Vinaction) e Vallegre (Réseau International Global).

Nélson Correia, ao centro

Tendo começado às 14.30 horas, o quinto certame dos Vinhos do Douro e do Porto terminou pelas 18 horas, numa altura em que centenas de milhar de pessoas já tinham passado pelo grande salão do hotel do Complexe Desjardins. De entre essas muitas pessoas, vimos muitos portugueses, quase todos ligados à indústria hoteleira, em representação de restaurantes como o Latini, o Il Martini, a Tasca, a Casa Vinho, o Estrela do Oceano, a Adega Açoriana, a Casa Minho, o Café Ferreira, e ainda outros, certamente, alguns que até nem descortinámos, tanta era a azáfama. Outras personalidades, ligadas ao ensino, à economia, entre outros domínios, por aqui também passaram.

Emanuel Cabral, de Réseau International Global, com Johny e Lorraine Almeida, do restaurante Casa do Vinho.

Da prova, os especialistas não deixaram de não «recrutar» as melhores descobertas, umas já à venda na SAQ; outras de importação privada. Também vimos casas à procura de representantes e representantes à procura de casas. Aqui e ali, vimos letreiros «Procura-se agente.»

À consideração de William Delgado e de Manon Guathier fica esta tirada de um empresário português: «Em próxima vez, a organização tem

Edmundo Moniz também passou pela prova de vinhos

que decorar a sala com cartazes das regiões vinícolas portuguesas como fazem os italianos durante as suas promoções. Tem que haver mais vida na sala. Digo isto por que vou amiúde às provas italianas e vejo a diferença».

 

Em Toronto

Antes de «pular» para Montreal, a 5ª edição dos Vinhos do Douro e do Porto «estacionou» em Toronto, mais precisamente no Hotel Royal Méridien King Edward, na segunda-feira, dia 24.