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www.lusopresse.com - Editor: Norberto Aguiar - Director: Carlos de Jesus

Volume IX - Nº 113 - Montreal, 15 de Março de 2005

 
   
     
Dia da Mulher do LusoPresse  
Sempre igual; Sempre diferente  
Por Norberto Aguiar  

O LusoPresse promove de novo este ano o seu Dia da Mulher. O evento realiza- se no dia 31 de Março, pelas 18 horas, na sala privada do Restaurante Le Vintage.

Com formato diferente, pois há que inovar constantemente, o Dia da Mulher do LusoPresse constará dum jantar mesa-redonda onde oito mulheres, escolhidas pela direcção do jornal, contarão as suas experiências comunitárias pessoais relativas aos anos em que actuaram (algumas ainda actuam) a nível do Voluntariado Comunitário.

Por outro lado, é preciso dizer que o oito tem a ver com o Dia da Mulher que é, como todos sabem, o dia 8 de Março, assim como evoca os oito anos que o LusoPresse acaba de comemorar.

Para que esta iniciativa do LusoPresse, no formato proposto, tivesse pernas para andar, foi preciso encontrar colaboração, que veio do Restaurante Le Vintage através do seu presidente, o nosso amigo, Manuel Martins.

Com o formato definido e com apoio garantido, a direcção do LusoPresse partiu para o convite às oito Mulheres que, como é evidente, teriam de obedecer a critérios preestabelecidos.

Foram assim convidadas as seguintes figuras comunitárias:
 

Ana Maria Rodrigues, actual directora-geral do Centro de Acção Sócio- Comunitária de Montreal e mulher com vasta experiência em dossiers de índole social, educacional e de integração. Ana Maria é uma das vozes mais autorizadas da nossa comunidade.

Fátima Fernandes, actualmente desligada das «coisas» comunitárias. Fátima Fernandes foi durante vários anos dirigente da Associação Portuguesa de Nossa Senhora de Fátima de Laval, tendo mesmo chegado a presidente do organismo, para além de ter feito também parte do Rancho Folclórico Estrelas do Atlântico.

Fernanda Oliveira é uma das mulheres mais conhecidas da Comunidade Portuguesa do Quebeque - é «Galardoada» do LusoPresse -, principalmente por ter ajudado muita gente em assuntos de emigração. Fernanda Oliveira, em tempos, também marcou posição a nível político.

Graça Barbosa é desde há 10 anos dirigente do Clube Oriental Português de Montreal. Portanto, com vasta experiência clubista comunitária, coisa que este debate do LusoPresse não podia dispensar. A sua escolha está mais do que justificada.

Idalina Moniz, actual dirigente da Missão de Nossa Senhora de Fátima em Laval e mulher implicada na sua região de residência, Idalina Moniz acaba de ter papel importante na recente geminação da cidade de Laval com a cidade de Ribeira Grande, nos Açores. Idalina Moniz tem muito para nos contar.

Joaquina Pires. Quem não conhece a Joaquina? Mulher de todos os combates, o LusoPresse não podia abdicar da sua presença neste debate, que só não aconteceu mais cedo por mera casualidade. Sem estar ligada a nenhuma colectividade comunitária, Joaquina Pires dá amiúde a sua colaboração a quem dela necessita.

Lúcia de Sousa. Apesar de menos conhecida a nível geral, Lúcia de Sousa tem participação comunitária de valor, bastando verificar tudo o que fez quando integrou o quadro dirigente do Centro Comunitário do Espírito Santo de Anjou, onde chegou mesmo a presidente.

Neuza Hage é a brasileira do grupo comunitário de Mulheres que escolhemos. Neuza Hage é dirigente da Casa do Brasil de Montreal e sua principal fundadora. Será uma voz a ter em conta no debate do dia 31.

Agora é só esperar pelo jantar-debate do dia 31 de Março, no Le Vintage.

Para além das oito convidadas, estarão na sala jornalistas do LusoPresse, assim como a sua direcção.

 
 

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